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Michelle Bachelet é mais uma bolivariana na Lava Jato. Surpresa? Nenhuma.



De acordo com reportagem da revista Veja, o executivo da OAS Leo Pinheiro pretende revelar bastidores das eleições chilenas de 2013 em sua delação premiada. Envolvido também com o tríplex do Guarujá que Lula garante não ser dele, Pinheiro deve complicar ainda mais a vida da presidente chilena Michelle Bachelet, que teve seu filho como protagonista de recente escândalo de corrupção. 

As revelações do marqueteiro Duda Mendonça, publicadas por VEJA em sua última edição, repercutiram nos principais veículos do Chile nesta terça-feira. Em sua proposta de delação premiada feita à Procuradoria-Geral da República, o publicitário baiano afirma que, em 2013, a OAS bancou as campanhas presidenciais de Bachelet, eleita no segundo turno, e de Marco Enríquez-Ominami, candidato que vem ganhando espaço como crítico ferrenho do bipartidarismo no país.
De acordo com o relato de Duda, que prestou serviços para Ominami, o objetivo da OAS era conquistar espaço no mercado chileno influenciando a política local. A construtora fretou uma aeronave utilizada por Ominami durante a sua campanha eleitoral em 2013. Além disso, mensagens de celulares de executivos da OAS, apreendidos na Operação Lava-Jato pela Polícia Federal, revelam que a empreiteira bancou uma viagem do ex-presidente Lula para o Chile em novembro de 2013 para tratar de um assunto de interesse da empresa. “O Brahma (apelido de Lula) quer fazer palestra dia 24/25 ou 26/11 em Santiago”, escreveu Léo Pinheiro. “O avião é por nossa conta”, respondeu o diretor da área internacional da OAS, Augusto César Uzeda. No mês seguinte à vista de Lula, um consórcio integrado pela companhia venceu uma licitação no país.
Verdade seja dita, não causa mais surpresa saber que o Petrolão envolvia grupos políticos estrangeiros. Angola, Moçambique, República Dominicana, Cuba, Venezuela, Equador, Peru, Uruguai, Colômbia e Guatemala são alguns dos tentáculos do esquema criminoso chefiado pelo Partido dos Trabalhadores. A intenção era manter os grupos de extrema-esquerda no poder, com o Brasil exercendo hegemonia política entre os países. No caso do Chile, se derruba o mito do socialismo democrático e ético de Michelle Bachelet.

Bachelet é do Partido Socialista do Chile. Ela atuou na clandestinidade após a prisão de seu pai, o brigadeiro Alberto Bachelet (membro da Unidad Popular do Socialista Salvador Allende). Não é a primeira militante de extrema-esquerda alçada ao poder em tempos democráticos, seguindo o mesmo perfil de Dilma Rousseff e Cristina Kirchner. Além da militância política, as três têm em comum o fato de serem acusadas de integrar esquemas de corrupção para chegarem a presidência de seus países. 

Essas "presidentas" são semelhantes em suas posturas desastradas, em suas visões estatistas e em suas ligações perigosas. São três golpistas, já que suas vitórias foram possíveis graças a um esquema criminoso de poder. Todas defenderam campeões nacionais, censura política e da imprensa, protagonismo do Estado na economia e perseguição de opositores. E usaram o fato de serem mulheres como trunfo político para retórica demagógica. Fiquem atento aos detalhes: quem defende este tipo de discurso tem 99,9999% de chance de ser um golpista de extrema-esquerda. 


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