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Ives Gandra desmascarou o jornalismo sujo da Folha




O portal pornográfico Folha de São Paulo resolveu compartilhar mais uma notícia falsa. Agora o veículo resolveu publicar trechos de um artigo assinado por Ives Gandra Martins Filho para inviabilizar uma eventual nomeação do jurista e magistrado ao cargo vago no Supremo Tribunal Federal após a morte de Teori Zavascki. Ives Gandra está no páreo por ser jurista renomado e por ser presidente do Tribunal Superior do Trabalho. Segundo a Folha, Ives acredita que a mulher deva ser submissa ao marido. 

Na verdade, a Folha está reproduzindo uma informação falsa publicada primeiro no blog Justificando, da Carta Capital. É exatamente o mesmo que dias atrás defendeu que queimar ônibus é um dos direitos humanos, e que punir e impedir a prática é autoritarismo. Como de praxe, a Folha espalha para o grande público o chorume ideológico que vaza de grupos militantes da extrema-esquerda. 

Ives Gandra é conservador, católico praticante, celibatário e membro da prelazia de orientação tradicionalista Opus Dei. Para a Folha, isso é mais importante do que o curriculum e conhecimento do renomado jurista. Acossado pela imprensa sórdida, que comprou o estelionato retórico da Folha, Ives reagiu por meio da seguinte nota: 

Diante de notícias veiculadas pela imprensa, descontextualizando quatro parágrafos de obra jurídica de minha lavra, venho esclarecer não ter postura nem homofóbica, nem machista. Deixo claro no artigo citado, de 70 páginas, sobre direitos fundamentais, que as pessoas homossexuais devem ser respeitadas em sua orientação e ter seus direitos garantidos, ainda que não sob a modalidade de matrimônio para sua união. Por outro lado, ao tratar das relações familiares, faço referência apenas, de passagem, ao princípio da autoridade como incito a qualquer comunidade humana, com os filhos obedecendo aos pais e a mulher ao marido no âmbito familiar, calcado em obra da filósofa judia-cristã Edith Stein, morta em campos de concentração nazista. O compartilhamento da autoridade sempre me pareceu evidente, tendo sido essa a que meus pais casados há 58 anos viveram e a qual são seus filhos muito gratos. Por outro lado, cabe lembrar que fui relator no Plenário do TST do processo que garantiu às mulheres o direito ao intervalo de 15 minutos antes de qualquer sobrejornada de trabalho, decisão referendada pela Suprema Corte. As demais posturas que adoto em defesa da vida e da família são comuns a católicos e evangélicos, não podendo ser desconsideradas “a priori” numa sociedade democrática e pluralista. 

Inicialmente a imprensa apresentava Ives Gandra como favorito de Michel Temer para a sucessão de Zavascki, já que possui notório saber e trajetória inquestionável. Após todo esse falatório, não é possível prever se o covarde Michel Temer terá coragem de nomear o jurista conservador e salvar o STF da completa bolivarianização. Mas isso é outra história. O que importa é que o magistrado desmascarou a Folha, provando mais uma vez que o Pravda de São Paulo não passa de mais um fake news tupiniquim. É até possível afirmar que ele foi educado. Outro em seu lugar teria dito em tom claro e direto: A Folha mentiu. 
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