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Graças aos radicais, todos os negros indicados ao Oscar terão seu trabalho e talento desconsiderados




Qualquer sujeito que tenha acesso a internet há de se lembra da polêmica que se criou em torno do Oscar no ano passado. Ativistas de extrema-esquerda e artistas do baixo escalão acusaram a Academia de racismo por meio da campanha #OscarSoWhite. A mídia mainstream abraçou. BuzzFedd (aquele pedaço de lixo), CNN (Fake News), Huffington Post (snowflakes) e New York Times (Social Justice Warriors) passaram a propagar ao mundo a tese do racismo da academia. Houve até um boicote por parte de radicais de esquerda ao evento de premiação. 

Bom, este ano não teremos esta campanha. Muitos negros foram indicados ao prêmio. Denzel Washington, Viola Davis, Ruth Negga, Octavia Spencer, Naomie Harris e Mahershala Ali. Outros foram indicados por direção e edição, como Joi McMillon e Berry Jenkins. 

É importante mostrar que todos estes têm méritos. Viola Davis domina Hollywood há pelo menos dois anos por conta do peso de sua atuação em How to Get Away with a murderer. Octavia Spencer é uma das protagonistas de Estrelas Além do Tempo, além de ter feito diversas participações expressivas em sua carreira, como "Histórias Cruzadas". Naomi Harris já foi até Bond Girl, ganhou um BAFTA e já foi indicada ao Globo de Ouro duas vezes. Mahershala Ali foi o Remy Danton de House of Cards e o Juan de Moonlight. Parece merecedor da indicação. 

O problema é que ninguém pensará assim. Uma breve pesquisa na internet mostra que todos os créditos estão sendo conferidos aos radicais de Hollywood e aos estúpidos justiceiros sociais que inundaram as redes sociais com falsos lamentos de racismo por parte da Academia. Sendo assim, é como se a boa atuação fosse irrelevante. Mais uma vez, a extrema-esquerda se comporta como cafetina: os outros trabalham, enquanto seus ideólogos ficam com os lucros. Essa narrativa perversa também cria um ambiente especialmente favorável ao racismo: muitos acreditam que as indicações não são tão merecidas. Que só estão ali por serem negros. 

Quando foi feita aquela pantomima racialista, a Academia preferiu ficar de cócoras para os radicais. Diante das acusações de racismo, decidiram convidar mais negros para integrarem seus quadros, assim como diretores e atores de terceiro mundo (como foi o caso da diretora brasileira Anna Muylaerte). Já se diz que estes novos membros foram os mentores intelectuais da suposta diversidade étnica da premiação de 2017. O problema é que neste ano, não há nenhum latino entre os indicados. Provavelmente, haverá ainda mais polêmica por conta disso. Ainda mais em tempos de Donald Trump. Mais uma vez a Academia sofrerá acusações de racismo. 

Isso é bem fácil de se explicar. Quem faz acusações de racismo utilizando critérios falsos como a ausência de negros na premiação do Oscar não está nem um pouco preocupado com a igualdade e representatividade. O único objetivo é uma agenda política, e para isso se usam outros argumentos para a coação de grupos e sua total submissão aos planos de poder da extrema-esquerda. Na prática, é como se estes ideólogos estivessem pedindo truco sem ter nada nas mãos. Se o jogador adversário aceita o blefe, a infâmia vence.

Neste caso, foi exatamente o que aconteceu. A extrema-esquerda escolheu a desonra ao ceder aos Justiceiros. Parafraseando Churchill, terminarão com a desonra e a guerra. Agora terão que se justificar em todas as frentes que surgirão em torno deste debate, quando poderiam se limitar a refutar as acusações mostrando que a Academia confere prêmios para negros desde o loginquo ano de 1939. Naquele ano, a Academia deu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Hattie MacDaniel por seu papel em "E o Vento Levou". 

Mais uma vez, quem fez um bom trabalho será ofuscado pelo radicalismo da extrema-esquerda. Denzel Washington havia declarado em 2016 que não havia racismo por parte da Academia, que as escolhas eram baseadas em critérios técnicos. Mesmo não concordando com o estelionato retórico da extrema-esquerda, o conservador Denzel irá ser marcado a ferro por Justiceiros Sociais e ter seu esforço diminuído, assim como Viola, Octavia, Naomi Harris e os outros. Não só nesta edição, como em qualquer outra que vier daqui em diante. A estupidez venceu.

Tenho certeza que quando Denzel leu os primeiros comentários atribuindo sua indicação aos esforços dos radicais de esquerda ano passado, deve ter repetido a mesma expressão facial que fez quando sua colega Meryl Streep fez aquele bizarro discurso no Globo de Ouro.





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