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Forbes Brasil e MSN reproduzem fake news sobre expulsão de Trump do Twitter


Algo que se tornou rotina mesmo para os direitistas críticos de Donald Trump (na qual se inclui o autor do texto), é ter que separar as idiossincrasias reais do presidente eleito dos Estados Unidos da quantidade de mentiras que são proferidas em ritmo industrial por seus detratores, os que foram derrotados nas urnas em uma eleição quase limpa (Hillary Clinton tentou alguns truques em alguns estados, mas a recontagem de votos exigida por Verdes e Democratas sugere que ela perdeu roubando). A última diz respeito ao Twitter. 

Segundo um texto publicado pela Forbes, o Twitter iria expulsar Donald Trump da rede social alegando "discurso de ódio e racismo", segundo as falas do representante Paul Horner. O site brasileiro da revista também publicou o fato, que foi reproduzido por seu parceiro brasileiro MSN Brasil. 

Ocorre que Paul Horner não é representante do Twitter, mas sim um jornalista que espalha sátiras e notícias absurdas sobre a política americana. Foi listado como um "fabricante de fake news", sendo que seu ofício está mais próximo do Sensacionalista e Joselito Muller. Tal como Alfred Hitchcock, Horner se coloca nas notícias que fabrica. Mas a Forbes, que se tem em tão alta conta, embarcou na estória sem checar os fatos. 

O tombo foi grande, e a revista recuou. Aqui no Brasil, apagaram o texto original e publicaram um segundo texto denunciando o hoax, mas sem admitir que eles próprios divulgaram uma mentira. Quem jogar as palavras-chave donald trump/forbes/twitter no Google verá o link original. O texto pode ser lido por meio do cache. Mas se você clicar diretamente no link, será redirecionado para a matéria que a Forbes postou por cima para disfarçar. O problema é que a própria Forbes publica alguns textos no portal do MSN Brasil, e a matéria ainda está lá com seu bizarro conteúdo original. [link do cache: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:g6tjoYZ_-rUJ:www.forbes.com.br/colunas/2017/01/twitter-anuncia-que-excluira-conta-de-donald-trump-em-48h/+&cd=3&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br]



Verdade seja dita, nem todos os jornalistas publicam textos sabidamente mentirosos contra Trump e a Direita. Mas o homem se tornou um alvo tão cobiçado, que os jornalistas nem se dão ao trabalho de checar os fatos, apelando para a ânsia de desgastar ainda mais a imagem do homem laranja. Recentemente, a Gazeta do Povo publicou um texto mentiroso afirmando que Trump havia comemorado a derrota de Ronda Rousey para a brasileira Amanda Nunes no UFC. Como prova do fato, publicaram um twitter em nome de "Donald Trunp". Horas depois o jornalista pediu desculpas pelo erro. 

Mas não há erro: a verdade é que quando se publica o que quer que seja sem checar as informações, se assume qualquer consequências com informações mentirosas. Durante as ocupações, o mesmo Gazeta do Povo publicou matéria em que dizia que a PM do Paraná havia expulso membros do MBL que pretendiam desocupar uma escola em Curitiba junto com pais e estudantes contrários ao Movimento Ocupa Paraná (a esmagadora maioria). Outra mentira, já que se basearam exclusivamente na palavra dos invasores. Não seria um absurdo se algum dia a PM se colocar ao lado de invasores de prédios públicos ao invés de garantir a ordem? É este o crime moral praticado por Forbes, Gazeta do Povo e tantos outros: estão mais preocupados com uma narrativa do que com os fatos.


                                                                                                                                          
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