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Carta Capital acha que queimar ônibus é uma das "expressões da luta pelo direito humano ao transporte público"




Mais cedo, a Carta Capital publicou um texto pretensamente jurídico no blog Justificando. Ao falar da questão das manifestações contra o aumento das tarifas do trasporte público em Teresina, o texto defende a prática do vandalismo como "direito". 

[...]Ao longo da história nenhum direito humano foi dado ao povo, mas sim conquistado a partir de processos de lutas sociais e institucionais que buscam a garantia da dignidade humana, como nos ensina o jurista espanhol Herrera Flores[1]. Muitas destas lutas aconteceram queimando fábricas, ônibus e pneus.Queimar ônibus em Teresina, portanto, é uma das expressões da luta pelo direito humano ao transporte público, que é, em suma, um imperativo para garantia do direito à cidade. O ônibus queimado é um símbolo da indignação dos corpos incendiados diariamente dentro e nas paradas dos ônibus precários e lotados na cidade, e sua fumaça não pode servir de cortina para esconder as arbitrariedades do Poder Público. A avenida Frei Serafim ocupada por estudantes e trabalhadores que reivindicam um transporte público significa a permanência de uma indignação contra a violação de direitos e é uma expressão legítima da construção do direito à cidade que nasce na rua

Nada de novo, apenas a velha sanha totalitária e assassina disfarçada de humanismo. Apenas o desejo de atrapalhar a vida de trabalhadores ao defender a barbárie. Apenas a velha defesa de militantes que em sua maioria são brancos e ricos. Para a extremistas como Andreia Marreiro Barbosa, Jefferson Santana e Marcus Vinícius Sousa, jovens abastados que exercitam o radicalismo têm todo o "Direito" de praticar crimes.

Defender a legitimidade da barbárie é traço comum em todos os grupos totalitários, já que eles entendem que a causa se coloca acima de qualquer coisa. Um revolucionário pode matar, roubar, mentir, estuprar, ser racista, machista, misógino, genocida... Vale tudo. Quem defende um projeto chamado de "progressista" pode tanto engendrar um plano criminoso de poder como o de Lula e cia (o maior esquema de corrupção já descoberto em toda a história humana) quanto praticar genocídio (Fidel, Stalin, Mao e etc). Queimar ônibus vira coisa pequena para quem se acha no direito de fazer qualquer coisa. 

É isso que se espera de um panfleto sujo como a Carta Capital. É isso de se espera de um veículo cujos sócios são Luiz Gonzaga Belluzo (professor de Economia de Dilma Rousseff que destruiu o Palmeiras com suas receitas marxistas) e Mino Carta (o boneco de ventríloquo de Lula, que recebeu dinheiro da Odebrecht para tocar a revista). Desse esgoto, não esperamos nada de bom.

Fico aqui com uma provocação feita por um amigo: Queimar as instalações da Carta Capital é uma das expressões da luta pelo direito humano à informação honesta e sem doutrina?
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