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A Mídia e seus ídolos dos pés de barro




No Implicante, vemos um vídeo em que o mal-humorado Diogo Mainardi espinafra o bilionário e hoje presidiário Eike Batista. Apesar da aparente rudeza, Mainardi foi um dos poucos a ver que aquele sucesso não passava de uma patuscada, uma pantomima empreendida por Eike e seus sabujos da mídia. No vídeo, é possível ver a sempre constrangedora interferência de Lucas Mendes em favor de Eike, citando um vídeo propaganda do grupo empresarial do bilionário estatal como se provasse algo. Ao menos naquele dia, Diogo não embarcou na onda do admirador de Hillary.



Lucas Mendes não foi o único jornalista a lamber as castanhas de Eike. Veja, Alfa, Época e até a Carta Capital já serviram de propagandistas do empresário criminoso. Eike era o semideus tupiniquim, símbolo de uma nova e gloriosa era que levaria o Brasil ao tão aguardado futuro. Quem nos conduziria ao futuro? Ele, o Fuhrer de Garanhuns, o infame Luis Inácio.

Não por ironia, Lula também era ovacionado por toda a imprensa. Assim como Dilma Rousseff em seus dias de glória. Ou como Marcelo Odebrecht. O que estes ídolos têm em comum é que todos eles foram desmontados pela história. Quando a verdade surgiu, ficou claro que tudo não passava de um grande golpe urdido por um plano criminoso de poder. A imprensa, que deveria estar atenta aos detalhes só fez o serviço de propaganda.

 



Não é por acaso que vemos a imprensa "errando" tanto. Não há erro, mas sim a produção de propaganda e relações públicas para grupos de interesses escusos. A dinâmica é internacional, como se vê nas análises equivocadas sobre a vitória de Donald Trump, o referendo de anistia as Farc na Colômbia e o Brexit. A mídia mainstream faz uma aposta em torno de interesses escusos, aliada a grupos de pesquisa de métodos nebulosos. Quando conseguem impactar a opinião pública, eles acertam. Quando as apostas não funcionam, alegam erro as projeções. Mas não para por aí. O fato de perderem previsões não tira deles o viés golpista de quem trabalha por interesses. Vejam o que houve após todos esses eventos citados acima, incluindo a vitória de João Doria em São Paulo: a mídia usa o grito de minorias para minar a governabilidade, amplifica a voz de opositores e consegue dar destaque até as sobrancelhas de Trump ou ao tênis sujo de Doria para desacreditar o que se coloca contra o interesse de seus senhores.

Não é atoa que os heróis ovacionados pelos mercenários de redação não passem de ídolos dos pés de barro. O visionário Eike era uma farsa e foi preso. O mesmo que houve com José Dirceu e Sérgio Cabral. A guerreira Dilma era uma farsa, foi cassada e pode ser presa, assim como seu mentor Luís Inácio. A grande mídia atua da mesma forma estelionatária que o mercador golpista Xaro Xhoan Daxos em Game of Thrones. Para quem não conhece a história, o sujeito era um mercador de Qarth que tentou seduzir a princesa Daenerys Targaryen com falsos tesouros e promessas que simplesmente não pretendia cumprir (quando tudo o que queria era tomar o controle da cidade). Tudo não passa de ilusão para enganar os incautos. Já vimos o suficiente para não nos enganarmos com esses truques.


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