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2016: A maior derrota para a extrema-esquerda desde a queda do Muro de Berlim




Quem procurar o noticiário político do começo do ano de 2016, verá matérias falando da derrota dos partidários do impeachment, do fortalecimento de Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores e até sobre um possível fim da Operação Lava Jato. Passado o ano, o que houve mesmo? Ah, a derrota dos arautos da extrema-esquerda. 

Mas não foi uma simples derrota. Eles foram simplesmente humilhados. Suas posições foram completamente arrasadas. Quem começou o ano arrogando para si uma força que não tinha, terminou o ano de maneira sui generis, derrotados ao mesmo tempo pelas ruas, pelas urnas e pela justiça. 

Não quero aqui acusar essa militância de estar envergonhada por conta da atuação da Justiça, já que isso jamais aconteceria com eles. Assim como os porcos não têm vergonha de se sujar com a lama, os membros desta seita política não têm qualquer pudor em se banhar no chorume. Aliás, nunca saíram de lá. Sendo assim, não há que se falar em vergonha por seus líderes e partidos estarem envolvidos com corrupção e acuados pela Justiça. Para eles a única vergonha é terem sido apanhados pela Justiça.

Seja como for, a figura suprema dos vermelhos termina o ano parecendo um bandido pé de chinelo, tendo que fugir da polícia. Será lançado candidato a presidência pelo PT já em 2017 para reforçar a narrativa da perseguição política. Mas há um problema: ele também está no alvo da Justiça americana e da Justiça Portuguesa. Nos Estados Unidos é o Petrolão. Em Portugal é aquele tráfico de influência e cobrança de propina junto com o amigo socialista José Sócrates para favorecer Isabel Santos e a Portugal Telecom. Aliás, Isabel é a mulher mais rica da África e dona de inúmeros investimentos em Portugal. E é filha do ditador angolano José Eduardo Santos, do Partido do Trabalho (antigo MPLA). Sócrates já foi preso. Daqui a pouco os portugueses vão querer Lula. Só restará ao criminoso falar publicamente que eles ainda não superaram a independência, que o querem preso para retomar o controle sobre o Brasil. 

Neste ano de lutas, vimos o povo tomar as ruas em todo o Brasil. Quando os sicários do governo fizeram suas falsas projeções sobre a diminuição das manifestações, os brasileiros ocuparam a praça pública exigindo o fim daquele governo corrupto e autoritário. Enquanto os falsos defensores do povo se viam confundidos pelas próprias palavras: a presidente eleita por 54 milhões de votos não conseguiu convencer nem um centésimo de seus eleitores a ocuparem as ruas. Só foram mesmo os agentes do caos e os defensores da barbárie. O resto preferiu engrossar as manifestações do outro lado. 

Foi assim ao longo do ano: a extrema-esquerda sendo derrotada em tudo. No impeachment, tentaram por diversos momentos afirmar que os democratas seriam derrotados. Inverteram a lógica para nos acusar de golpe. Lutaram no esgoto ao lado de tipos como Waldir Maranhão. O supremo chefe da quadrilha fez as vezes de prostituta, atendendo parlamentarem em um quarto de hotel no Royal Tulip. Carina Vitral, Camila Lanes, Emerson Catatau e outros sabujos bem nascidos deram as mãos para mercenários como Vagner Freitas e Guilherme Boulos. No Congresso, a única coisa que conseguiram foi protagonizar cenas vergonhosas envolvendo Jandira Feghali, Jean Wyllys, Vanessa Grazziotin, Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e Fátima Bezerra. Só restou então ir para as ruas defecar em fotos de opositores, mostrar a bunda e destruir patrimônio público e privado em nome da agenda criminosa de poder. 

Para causar problemas ao governo, convocaram uma "Greve Geral" que não conseguiu reunir nem mil pessoas em São Paulo. Para compensar o vexame, resolveram atacar as crianças por meio das invasões de escolas. O movimento terminou com um cadáver, que seria usado depois pela filhote de petista Ana Julia para fazer baixa política. Alguns ainda caíram na ladainha da filha do sabujo de Gleisi Hoffmann. Ainda com aquele teatro, não conseguiram triunfar. Houve muita resistência por parte de pais, alunos e defensores da democracia. É provável que os invasores não contassem com a resistência. Tiveram de recuar com o rabo entre as pernas.

Depois veio a derrota nas urnas. Eles haviam ameaçado a classe política com o discurso de que "as urnas não perdoariam os golpistas". O resultado foi arrasador para a extrema-esquerda. A melhor parte foi ver as comunistas Jandira Feghali e Carina Vitral humilhadas por eleitores cariocas e santistas. De fato, a máxima é verdadeira: os eleitores não perdoaram os golpistas. Ocorre que os golpistas vestem vermelho, e gritam que não vai ter golpe. 

O que é humilhante para a extrema-esquerda não é exatamente ter tido derrotas políticas. Isso faz parte do jogo. O que foi humilhante foi terem perdido de uma forma tão maiúscula. Essas desventuras da extrema-esquerda brasileira seguiram um contexto de derrotas também no campo internacional. Quem imaginou Evo Morales perdendo um referendo para disputar mais um mandato, ou Nicolás Maduro perdendo eleições e tendo um pedido de impeachment aprovado pela Assembléia Nacional Venezuelana? A cena dos retratos de Hugo Cháves sendo retirados do parlamento venezuelano reforça o cenário: de um lado, os representantes do povo. Do outro, os soldados leais ao ditador narcotraficante. 

Apesar da maior derrota ter sido nos Estados Unidos (Trump derrotou o establishment político, a grande mídia, a ONU, o papa Francisco e representantes estrangeiros que tentaram interferir na escolha dos americanos), houve também derrotas importantes no Brexit e naquela anistia as Farc proposta pelo entreguista Juan Manuel Santos, que foi rechaçada pelos colombianos. O que emergiu contra a extrema-esquerda não foi uma "onda conservadora", mas sim uma onda de bom senso: cidadãos de diferentes partes do mundo perceberam que estavam sendo conduzidos para o abismo, e desejaram mudar de rota. A esquerda perdeu as eleições no Peru, perderam na Espanha, viram os Republicanos dominarem as duas casas legislativas dos Estados Unidos e agora vêem a possibilidade de ver Angela Merkel destronada em 2017 por conta de suas políticas suicidas para refugiados. O presidente socialista François Hollande até desistiu de concorrer a um segundo mandato, enquanto François Fillon venceu as primárias da Direita. Em 2017, a luta pela liberdade será ainda mais intensa, já que esses bastardos não reconhecem a liberdade. Não esperem flores. Esperem Luta.

                                                                                                                                          
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