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Se o estelionato do “golpe” fosse verdadeiro, Jorge Viana não poderia assumir presidência do Senado



Pelo que foi visto até agora, o senador petista Jorge Viana está bem reticente em assumir a presidência interina do Senado. Não por ele (que bem gostaria de trucidar o Brasil ao suspender a votação da PEC do Teto), mas sim para não se tornar uma versão petista de Waldir Maranhão. Mas vou mais longe: ele não pode assumir por ser petista.

Pois é. Normalmente, poderia se dizer que ele foi legitimamente eleito para o cargo. E foi. Poderia se argumentar que cabe a nós aceitarmos a legalidade de sua posse. É verdade. Mas também é verdade que o partido de Viana ainda chama Michel Temer de golpista, por ter assumido a presidência da República no lugar da titular Dilma Rousseff. Não fazem nem cinco dias que a bizarra Fátima Bezerra repetiu em plenário que Temer era “ilígitimo” (não é ilegítimo, é iligitimo mesmo) e “gopixta” (o português dela é bem peculiar). A fala foi dirigida ao senador José Medeiros. 

Segundo as regras inventadas pelos petistas e linhas auxiliares, vices são apenas elementos decorativos em chapas. Ora, se vices não foram feitos para assumir o lugar de quem é afastado, que Jorge Viana decline da interinidade. Nós da Direita não somos golpistas, e reconhecemos a legalidade da eleição de Jorge. O que queremos é apenas submeter a extrema-esquerda ao seu próprio livro de regras.  É claro que a essa altura todos sabem que os petistas e demais extremistas da esquerda não falarão em golpe. Isso porque são todos estelionatários e partidários de um plano criminoso de poder. 

                                                                                                                                          
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