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Se é para falar de “fake News”, vamos falar de quem chama criminosos de “manifestantes”



Motivados pela derrota de Hillary Clinton nos Estados Unidos, setores do jornalismo que trabalharam de maneira escancarada pela democrata agora alegam que a vitória de Donald Trump se deve aos portais de notícias falsas, os “fake News”. Mas, de maneira curiosa, somente sites alternativos da mídia conservadora estão sendo catalogados desta forma. E sites que não mentem. O que é grave que esse macarthismo jornalístico passou a dar o tom nas redes sociais: Facebook e Twitter aproveitaram para excluir contas de veículos e indivíduos que compartilham conteúdo conservador. O golpe se dá desta forma: a mídia mainstream derrotada aponta as supostas bruxas. Facebook, Twitter e outras redes fazem o papel do carrasco. Até a Apple entrou no time da Santa Inquisição Progressista, excluindo de sua loja os aplicativos do portal Breitbart. 

Isso é importante de se observar porque nossa política tem a tendência de copiar essas movimentações. E de fato, tão logo veio a onda golpista que chama veículos independentes de “fake News”, algo muito semelhante se deu por aqui. O episódio mais vergonhoso foi o BuzzFeed Brasil, que tentou incriminar o portal Sul Connection como “portal inidôneo” autor de uma das notícias falsas sobre a Lava Jato mais compartilhadas na internet. Ocorre que a notícia era verdadeira, e quem estava mentindo era o BuzzFeed. Para variar. 

Seguindo esta onda de jornalismo mais sério e regras mais rígidas propostas pelo Google, Facebook e Twitter contra as chamadas “fake News”, então sugerimos que se enquadre o jornal O Globo e o Extra, entre outros tantos veículos que se recusam de maneira categoria a tratar as coisas pelo nome. Ontem repetiram o mesmo método sórdido de chamar os criminosos que depredaram a Fiesp e os outros que tocaram o terror em Brasília de “manifestantes”. Em São Paulo, que segundo Extra/Globo era palco de "ator pacíficos", houve nada menos que um ataque ao prédio da Fiesp, com direito a destruição e tentativa de incêndio criminoso. Notem outro embuste importante: eles só frisam o caráter pacífico em atos da extrema-esquerda, justamente os que não são pacíficos.

A notícia fabricada por O Globo/Extra e a realidade. 


Estes mesmos veículos se escandalizavam quando viam aqueles malucos inofensivos pedindo intervenção militar. Ora, em que lugar do mundo um sujeito equivocado com um cartaz é mais perigoso que um militante de extrema-esquerda com rojões nas mãos? O assassinato do cinegrafista Santiago Andrade não deixa dúvidas do perigo que estes criminosos representam. Mas os jornalistas da mídia mainstream não acham. Perigoso mesmo é depor uma presidente corrupta e vestir verde-amarelo em manifestações verdadeiramente pacíficas. Desta forma, não resta alternativa: veículo jornalístico que chama vândalos e terroristas de “manifestantes” não passa de portal de notícias falsas, e assim deve ser encarado.

                                                                                                                                          
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