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Quem seleciona fontes e omite informações é cúmplice da barbárie



Mais uma vez nos vemos diante daqueles episódios trágicos envolvendo mortes e ações terroristas. Atentado na Alemanha, execução do embaixador da Turquia e tiroteios em um centro islâmico em Zurique. Todos os atos violentos envolvendo extremistas islâmicos, o que já se sabe que não é admitido pela imprensa mainstream. 

Parece repetitivo apontar essas incoerências, parece chato ser o sujeito que mostra que meia verdade é prestar um serviço a mentira. Aqui a lógica é simples: quando se cobra da imprensa que diga a verdade, que mostre os fatos, não estamos sendo inconvenientes ou radicais. Só sabemos que qualquer coisa diferente da verdade é fraude, mentira e estelionato.

Notem que nem todos gostam da cobrança pela verdade. Alguns preferem dizer coisas genéricas como “Caminhão atropela pessoas em Feira de Natal em Berlim”, enquanto outros dizem que “Atirador assassinou embaixador russo na Turquia”. Por acaso, são os mesmos que disseram que “Hillary será eleita presidente dos Estados Unidos”. São os mesmos que por aqui dizem que “Dilma ainda não foi citada em delações”, e que “não há acusações contra a ex-presidente”.


Quem se guiar apenas por estes contadores de história pode sair acreditando que uma espécie de Decepticon do mal atropelou aquelas pessoas na Alemanha. Mas isso já aconteceu em Nice, e quem praticou o ato não foram os maquiavélicos antagonistas de Transformers, mas sim um islâmico radical. O mesmo que houve na Turquia. Ou em Colônia, naquele Natal macabro de 2015, com estupros coletivos nas ruas. 

Estes que selecionam fontes e que omitem informações são criminosos morais, já que são cúmplices das barbáries praticadas pelo mundo. É bom lembrar que estes mesmos estão articulando um movimento de censura aos portais independentes, chamados por eles de “Fake News”. Não deixa de ser interessante que um dos financiadores dessas novas “agências de checagem de fatos” é o bilionário George Soros, especulador internacional que financia desde Hillary Clinton e Marina Silva até Mídia Ninja e Back Lives Matter. Não basta propagar mentiras: há que se calar quem comete o crime de reportar a verdade. Afinal de contas, o compromisso do jornalismo mentiroso é este: auxiliar a agenda do totalitarismo.  
                                                                                                                                          
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