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Ninguém se deu conta, mas Lula jogou a última pá de cal na narrativa petista sobre Cunha


Em meio ao furor do dia, com audiência pública sobre a lei de crime de responsabilidade no senado, ninguém reparou que Lula sepultou a narrativa petista sobre o malvado golpista Eduardo Cunha.

É Lula foi depor como testemunha de Cunha. Notem: quando Cunha precisou, não chamou os integrantes do MBL, Vem Pra Rua e Revoltados Online que tiraram foto com ele naquele dia. Ele chamou Lula. O que Lula disse? Está lá no G1:

Lula falou logo depois do pecuarista José Carlos Bumlai. Os dois foram ouvidos pelo juiz Sergio Moro por videoconferência em São Bernardo do Campo. Lula disse que não tem conhecimento da participação de Cunha na compra do campo de petróleo na África e nem da interferência do ex-deputado na indicação de Jorge Zelada para a Diretoria Internacional da Petrobras.
O ex-presidente explicou como, segundo ele, funcionava a participação dos partidos nas indicações de cargos para a estatal. “Eu já expliquei mais de uma vez que quando um partido compõe uma aliança política para governar, todos os partidos que compõem podem reivindicar ministérios, podem reivindicar cargos. E esses partidos então fazem parte do governo, é assim que era montado antes, durante e é assim que é montado agora”, disse o ex-presidente.

De repente, a foto que era a exódia da extrema-esquerda virou pó. Lula disse em alto em bom som que Cunha era aliado, e que portanto tinha “direitos de reivindicar cargos”.

O que é óbvio: Cunha só tinha todo aquele trânsito por ser aliado do governo. Vejam o exemplo da Operação Métis, que prendeu o operador de Cunha Lúcio Bologna Furnaro. A extrema-esquerda não comemorou. Afinal de contas, a investigação se baseou em outro operador de Cunha, o ex-vice da Caixa Econômica Fabio Cleto. Quem nomeou Cleto? Dilma Vana Rousseff.

Esfreguem na cara da extrema-esquerda o quanto eles são corruptos, o quanto são estelionatários, o quanto se aliam com gente que só não é pior do que a própria extrema-esquerda. Esses estelionatários já estão aplicando um novo golpe, afirmando que lutam contra a corrupção. Estão apostando no esquecimento coletivo, já que Cunha e Dilma parecem figuras distantes. A atenção dos democratas é importante: em se tratando dessa gente, o passado e o presente os condenam.

                                                                                                                                          
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