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Mino Carta é a prova de que não existe comunista grátis



Sim, a Carta Capital recebeu dinheiro da Odebrecht a pedido de Guido Mantega. A revista pertence ao “jornalista” Mino Carta, flagrado por escutas telefônicas da Polícia Federal recebendo orientações de Lula sobre um artigo em que afirmaria que as manifestações pró-impeachment tinham viés fascista. 

Mino Carta é a prova de que de fato, a revista Carta Capital recebia dinheiro sujo para defender o petismo. Não é o único. O jornalista Leonardo Attuch também estava enrolado na Operação Lava jato (e antes disso, esteve implicado com os golpes do banqueiro criminoso Daniel Dantas). Outro jornalista da extrema-esquerda em suspeição é o dono do Ópera Mundi, Breno Altman. Foi até levado para depor por meio de condução coercitiva, já que ele teria sido intermediário entre o PT e o empresário Ronan Maria Pinto no caso Celso Daniel. 

Mino Carta não é diferente dos seus colegas militantes de redação. Não é diferente do banqueiro André Esteves, o sócio do UOL preso conspirando para dar fuga ao ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. São todos prostitutas de redação, bonecos de ventríloquo de partidos, mercenários das palavras. Afinal de contas, não existe comunista grátis. Ou se vendem pelo dinheiro, ou se vendem pelo poder.
                                                                                                                                          
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