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Instruções da extrema-esquerda brasileira para os partidários da presidente coreana Park Geun-Hye


Os partidários Park Geun-Hye devem estar confusos após o parlamento da Coreia do Sul ter aprovado o impeachment da presidente. Só para lembrar, Park foi a primeira mulher eleita para o cargo. Devem se perguntar: e agora, José? A extrema-esquerda brasileira tem algumas sugestões. 

Em primeiro lugar, negue qualquer acusação de corrupção. Mesmo quando confrontado com graves provas, diga que o impeachment foi um golpe.

Seja cínico, alegando que é a elite que derrubou a presidente. Mesmo após as grandes manifestações. Aqui no Brasil foram milhões nas ruas, na Coreia do Sul também. Aqui as maiores concentrações foram em São Paulo. Por lá foi em Seul. Os coreanos podem dizer que foram os ricos moradores de Gangnan. Aqui a narrativa foi de que foi a elite dos Jardins.

Falem em machismo, já que o alvo do impeachment foi uma mulher. 

Diga que o vice é ilegítimo. 

Peça eleições diretas.

Promova atos violentos, com depredação de patrimônio público e privado. 

Queime carros e pneus, bloqueie estradas e invada prédios públicos.

Denuncie a deposição no exterior. Principalmente em shows de cantores em Paris e em exibições de longas nacionais em Cannes (no caso, se você for algum artista rico ou cineasta beneficiado por leis de fomento a cultura. Daí vale levar uma plaquinha escrita “Coup D’Etat”.) 

Invada universidades e escolas. 

Encaixe o “Fora Hwang Kyo-ahn”. É o vice da presidente.

Ataque parlamentares da oposição, e diga que seus crimes são feitos em nome da democracia. 

Cague em fotos de parlamentares da oposição. Em público, na avenida mais movimentada do país. 
Suje as redes sociais de grupos e figuras da oposição com emojis de vômito. 

Diga que a crise foi fabricada por interesses externos. 

Diga que a presidente é “pessoalmente honesta”, mesmo tendo usado a presidência em prol de uma seita. (Dilma agiu em prol de uma seita. A diferença é que a seita é o PT, e na Coreia do Sul a seita é a Fé das Oito Deusas).

A receita é certeza de sucesso. 

Ou não, já que se trata da Coreia do Sul. Ali a esquerda é quase irrelevante no debate político dominado por nacionalistas, conservadores e liberais. Tanto não funciona que a presidente afastada já pediu desculpas ao país por ter sido “negligente”. Seus apoiadores também não praticaram os mesmos atos, já que não são estelionatários como os militantes da extrema-esquerda. Enquanto isso, nossa Dilma continua com suas bravatas. Cada um tem a Dilma que merece.
                                                                                                                                          
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