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Demorou, mas o politicamente correto finalmente lançou seus tentáculos contra Alê Oliveira


Soube com certo atraso que aqueles fascistas que pedem mais amor passaram a implicar com o Alê Oliveira, por conta de uma frase dita em um de seus gloriosos decretos. Estava demorando. No UOL, leio o seguinte absurdo:


Em meio a seu decreto para liberar a curtição no fim de semana, o comentarista falou: “Assistiu o penta? Já aguenta”. A frase virou motivo de críticas na internet pelo fato de uma pessoa que nasceu antes de julho de 2002 pode ter, no mínimo, 14 anos atualmente.
Em conversa com o UOL Esporte, Alê Oliveira se disse triste com a repercussão negativa e explicou a situação.
“Fico triste, porque é uma brincadeira, que inclusive muita criança manda para mim foto e vídeo do Asaian (modo como o comentarista se refere a Usain Bolt). Tenho uma filha de oito anos. Evidente que é uma brincadeira, ninguém vê a Copa do Mundo com zero ano. Começa a entender, ver as coisas com oito, dez, 12 anos. Recordo da minha primeira Copa, tinha por aí. Fico triste porque na verdade a maldade está na cabeça das pessoas. É só uma brincadeira, mas paciência”, falou.
“Evidente que ninguém vê Copa com zero ano. Evidente que não tem nenhum tipo de conotação porque ideia é brincar. Não tem nada que ame mais na minha vida que minha filha. Evidente que é com esse sentimento de brincar, descontrair que faço decreto. Mas, as vezes a pessoa não é feliz, fica buscando motivo para achar coisa ruim. Por isso, quando perguntou se tinha lido, nem me preocupo com essas pessoas porque essa energia ruim, pensamento ruim bate em mim e volta para pessoa. Estou muito tranquilo, consciência muito tranquila a respeito das intenções quando faço essa brincadeira”, completou.
Em nota oficial, a ESPN se pronunciou sobre o assunto. ''O tradicional 'decreto' de Alê Oliveira é um quadro caracterizado pelo bom humor e irreverência. A ESPN lamenta o ocorrido e reafirma seu compromisso junto aos fãs do esporte pedindo desculpas aos que tenham se ofendido com a declaração'', falou a emissora em nota.  
[A matéria na íntegra você lê aqui.]


Vamos colocar as coisas em seu devido lugar: há basicamente três tipos de escória que se incomodaram com esta frase: os burros (já que é de sua natureza), as viúvas do intragável José Trajano (aquele velho comunista que dizia defender a democracia) e os fascistas que sequer assistem a atração, mas que engrossam as críticas nas redes sociais. Já vimos isso antes, como quando alguns meliantes pregaram boicote aos shows do MC Biel sem ao menos serem fãs daquilo que o jovem chamava de música. 

Alê não foi infeliz. Quando se fala em “viu o penta”, é meio óbvio que ele se refere aos que assistiram de fato, e não a quem nasceu naquele ano. Os burros não entendem. Já os viúvos do velho comunista e os estelionatários fascistas fingem não entender. 

O que é de se lamentar é a postura da ESPN, que assim como outras emissoras, parece não tomar ciência do que está acontecendo. Não se pede desculpas quando não houve erro. Se alguém se ofendeu, este que se lasque. Foi ele quem entendeu errado, ele que conviva com sua própria ignorância. Não se pode de maneira alguma dar corda para quem nos quer enforcar. O primeiro ataque foi feito com certo êxito, já que conseguiram que a emissora publicasse uma nota. De agora em diante todos os movimentos, falas e expressões do grande comentarista serão observados com lupa pelos fascistas que pedem mais amor. 

Esse episódio me lembra do “polêmico” tweet do Kim Kataguiri sobre as feministas, feito quando o cara mal havia completado dezoito anos (aquele em que ele compara feministas com miojo). A esgotosfera progressista foi a loucura, já que tinha diante de si um alvo perfeito: um moleque de classe média que estava pedindo o impeachment. Melhor alvo possível. Serviu de matéria por dias para o Huffington Post e Catraca Livre (que vejam só, é aquele que fez gracejos com a queda do avião da Chapecoense no dia da tragédia). Em entrevista na Folha, a jornalista Natuza Nery perguntou de maneira ríspida se ele “ainda mantinha aquele pensamento”. A resposta foi razoável: “Mas piada não é escola de pensamento”. E não é mesmo. Deve ser por isso que os canhotos são tão mal humorados. A mente do psicopata tira dele algumas percepções e sentimentos humanos, tornando o indivíduo vazio e insensível. Isso se reflete também no humor. 

Como já foi dito neste blog, esta gente não se importa com seres humanos. O que importa para eles é o aspecto político. Notem que eles só entendem a liberdade de expressão quando ela está em consonância com sua agenda política. No humor, o insonso Gregório Duvivier atende o padrão. Felipe Hamachi e Danilo Gentili fugiram do padrão, e foram marcados por isso. O que eles querem não é respeito, mas submissão. Até porque, convenhamos, a correção o respeito não tem o propósito de ser uma norma inquisitória, mas sim um valor moral seguido voluntariamente. Estes que perseguiram Alê voltarão, já que são tarados morais. O que importa para eles não são os valores que dizem defender, mas sim o ato de coagir o contraditório, de perseguir e espreitar suas vítimas. Estes sádicos querem apenas um motivo para justificar suas crueldades, e vem no politicamente correto uma válvula de espape para as suas imoralidades. 

Devo dizer que apesar da ESPN, o Alê mais uma vez surpreendeu. De fato, a maldade está na cabeça de quem faz essas acusações. Mas não é a maldade por identificar o demônio onde ele não está, mas sim a maldade de quem age a serviço do próprio.  Fica claro uma coisa: o Alê incomoda por ser um sujeito simples, o homem comum. Bem diferente daqueles pseudo-intelectuais, daqueles seres “desconstruídos” que a extrema-esquerda agora chama de “homão da porra”. Isso dói neles. Este é o sujeito que não compra discurso fácil de luta de classes ou coletivismo, que desconfia de revolucionários de condomínio, de agitadores de playground. A guerra do esquerdista contra o homem comum faz todo o sentido: é o homem comum que impõe as maiores derrotas ao ideário do estelionato quando toca sua vida simplesmente obrando para o intrincado embuste ideológico que essa gente representa. E sem nem dizer que “eles não passarão”.

                                                                                                                                          
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