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Os revolucionários que ocupam escolas não abrem mão do Nescau e wi-fi





 Recebo uma imagem que provocou uma reflexão. Em uma escola invadida, os militantes de extrema-esquerda pediam doações para manter a instituição da barbárie. Reparem nos itens. 



Estou surpreso apenas por não terem pedido Nesquik e leite Ninho. 

Lembro também do um vídeo em que o Felipe Lintz do Viralivre esteve na PUC, para ouvir da Isa Penna o quanto o ódio alimenta o PSOL. Alguém perguntou a uma jovem se era coerente uma socialista usar iPhone. A bem nutrida-estudante da PUC bradou: “Se a classe operaria tudo produz, tudo a ela pertence”. Como se ela fosse uma operária. Se uma operária desse uma rasteira na moça, ela não saberia descrever o que a acertou. Isso sem falar dos invasores que reclamaram do fato do governo paranaense ter desligado o wi-fi.

Esses tais revolucionários são antes de tudo, uma piada. É uma gente bovina, praticamente zumbis amestrados. Um cidadão minimamente descente sabe que deve abrir mão de certas questões se tem certos objetivos em mente. Por exemplo, os brasileiros que ocuparam as ruas nos domingos para derrubar o governo Dilma Rousseff. Abriram mão de seu dia em família para exercer a cidadania. Aqueles outros brasileiros que ocuparam os gramados do Congresso Nacional para forçar Eduardo Cunha a acolher o pedido de impeachment também (embora tenham sido expulsos). Não queriam conforto. Há ainda outros inúmeros exemplos, como aqueles outros que tomaram parte em guerras para defender seu país. Ninguém vai ali pensando em lanchinhos, em Nescau ou o que quer que seja. A luta, a sobrevivência e a glória é que movem os grandes espíritos. 

É bom lembrar dos estudantes que fizeram a Primavera de Praga, que foram massacrados pelos comunistas pró-União Soviética. Ou dos estudantes mortos pela Revolução Iraniana, aquela chamada de libertária pela extrema-esquerda, mas que só fez transformar um reino moderno em uma teocracia. É claro, há os estudantes de Cuba e Venezuela. Os da Venezuela estão mais empenhados em salvar a democracia. Os cubanos em garantir a sobrevivência. Eles não invadem escolas ou universidades. E jamais pedem Nescau e frutas para manterem as ocupações. 

Sei que isso não está na lista, mas é bom mencionar: o que esses escudos humanos da extrema-esquerda precisam é de vergonha na cara e amor próprio, para ver se abandonam o vício masoquista de servir de bucha de canhão para os defensores do plano criminoso de poder. 

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