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Os farsantes que ameaçaram se mudar para o Canadá caso Trump vencesse. Nenhum deles vai embora



Todos aqueles famosos que ameaçaram se mudar caso Donald Trump vencesse as eleições deram para trás. Entre eles, o reverendo Al Sharpton (aquela versão negra e protestante de Leonardo Boff), Raven Simone (da série As Visões da Raven. Disse que já tinha até as passagens), Rosie O’Donnel, Whoopi Goldberg, Cher, Samuel L. Jackson e outros. 

É claro que a internet não perdoou, e cobrou a promessa. Tanto que Whoopi Goldberg já se apressou para dizer em tom de ironia que “sente decepcionar seus críticos, mas que não pretende deixar o país onde nasceu”. Milley Cyrus resolveu se humilhar (mais ainda), gravando um vídeo choroso onde diz que “aceita Trump como seu presidente”. A asquerosa feminista Lena Durham se manifestou, mas para falar de “esperança e luta”. Felizmente para o Canadá, os Estados Unidos não mandarão seus dejetos para lá. 

Voltamos ao exemplo do jogador Domingos, que citamos aqui para falar da falsa indignação da extrema-esquerda. Um sujeito que não era necessariamente talentoso, que apostava na deslealdade dentro de campo. Após uma das muitas expulsões, ele declarou que “queriam que ele deixasse de jogar futebol”. Houve até um momento em que ele falou em parar. Mas só palavras. Hoje ele está milionário, jogando no Catar. Foi o mesmo que esses personagens fizeram. Em um primeiro momento, tentaram blefar para o público apelando para o prestígio que desfrutam com algumas pessoas. Agora não querem se mudar, mesmo após Trump ter gentilmente oferecido seu jato particular para a mudança. São farsantes. 

O que chama atenção é o cinismo de Whoopi Goldberg, que usou a mesma retórica para falar que “iria decepcionar os críticos ao permanecer em seu país”. Bravo! Conseguiu nos provar mais uma vez o brilhante talento que tem para a interpretação. Não foi à toa que ela ganhou um Oscar, um BAFTA e um Globo de Ouro. É realmente positivo que caia a máscara da extrema-esquerda de Hollywood. Por terem feito muito barulho na defesa de Hillary e por terem apostado tão alto, sofrerão um desgaste proporcional às bravatas que proferiram. Quando forem emprestar sua credibilidade artística para outras causas totalitárias, todos se lembrarão que eles mentiram sobre se mudar para o Canadá. Todos se lembrarão que eles tentaram aplicar um golpe nos americanos acenando para uma promessa da qual não tinham a menor intenção de cumprir. 


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