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Os episódios com Marcos Bagno e Jabor mostram que ainda nos assustamos quando a esquerda mostra sua face


Arnaldo Jabor sugeriu a morte de Donald Trump como uma das únicas possibilidades de salvação para os Estados Unidos. Mas não é qualquer morte. Jabor falava do assassinato por meio das mãos de um psicopata. 

Professor do curso de Letras da Universidade de Brasília e nome celebrado entre a academia, Marcos Bagno partiu para cima de um aluno negro que, vejam só, se manifestou contra a invasão da universidade porque prefere ter aulas. Bagno usou vários adjetivos racistas contra o rapaz. Onde já se viu, aluno achar que universidade é lugar de ensino e não de militância política? Ah, sim: Marcos Bagno foi aquele mestre indignado com  a opção dos pobres pela direita nas eleições. Foi ele que explicitou seu desejo de degolar direitistas e seus eleitores. O Facebook o puniu com uma suspensão temporária. A UnB não. Tanto que ele ficou livre para atacar seu aluno. 

E nós nos espantamos. Ou melhor, alguns de nós. Onde já se viu, desejar o assassinato de alguém? Talvez sejamos muito inocentes. Quase ovelhas. 

Afinal de contas, já vimos o que eles fizeram na Albânia, na Coreia do Norte, na Venezuela, na União Soviética, no Camboja... Até mesmo na Revolução Espanhola. O fato de o adversário ser fascista não enobrece o ato de atirar em freiras indefesas. Pois foi o que eles fizeram. Aos montes. 

Essa gente é sociopata. Mesmo um que pareça mais sofisticado e moderado, como Jabor. O pensamento da esquerda só encontra paralelo no Islamismo (o termo se origina da palavra aslama, submissão). O socialismo é uma seita, com um Deus único e com uma visão de mundo universal. É por isso que são tão parecidos tanto em suas investidas autoritárias quanto em suas mais medíocres demonstrações de imbecilidade, como é o caso das moças defecando em público (seja na foto de Bolsonaro na Paulista, seja na foto de Trump em Nova York e Londres).  

O que fazer? Seguir aquela orientação expressa em um portal do Inferno imaginado por Dante. “Deixai aqui toda esperança, vós que entrais”, dizia a placa. É o que deve ser feito: quem quer que queira enfrentar essa seita deve deixar de lado travas mentais como a fé cega na bondade e nas boas intenções alheias, ou mesmo a condescendente visão de que estão apenas equivocados. Eles sabem o que querem, e são perigosos. Quando se entra na guerra, não se leva em consideração que “o outro tem apenas uma visão equivocada a nosso respeito”. Este outro quer nos ver mortos ou subjugados por seus interesses. Quer tomar nossa propriedade, roubar nossas mulheres e escravizar nossos filhos. É exatamente o que quer essa esquerda. Aquela face idealista, aquela postura aguerrida de defesa da democracia e direitos humanos não passa de farsa. Fossem de fato democratas, não seriam de esquerda. Logo, nós é que não temos que nos espantar. Essa face que vemos de Jabor, Marcos Bagno e tantos outros é que é a verdadeira forma desses seres abjetos. Não são humanos como eu e você. São arremedos de seres humanos.  Isso não nos dá o direito de nos espantar ou cobrar coerência. Temos é que mostrar que não se tratam de pessoas, mas de monstros.

                                                                                                                                          
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