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O que os invasores projetam hoje é a vitória no longo prazo






Quem acompanha o noticiário já deve ter notado que o movimento de invasão de escolas está murchando. Apesar de todo o barulho e torcida de uma imprensa inescrupulosa que transforma vândalos e golpistas em cavaleiros da esperança, houve sim um declínio nas atividades daqueles fantoches manietados por PT, PCdoB, PSOL e congêneres. Aparentemente, a derrota deles já está consolidada.

Para falar a verdade, nem tanto.

O Brasil vive um momento de repúdio ao extremismo da esquerda, de enfrentamento da intolerância e de seu discurso de ódio. É um momento em que os cidadãos resolveram tomar as redes de seu destino, de enfrentarem o plano criminoso de poder tão bem executado pelo Partido dos Trabalhadores. Aparentemente, vivemos o início de um novo tempo.  A Operação Lava Jato funciona a pleno vapor, enquanto políticos de todos os espectros se complicam com o avanço da Justiça. Os brasileiros estão mais atentos também nas urnas, rejeitando o bolivarianismo. Parece que o futuro será melhor que esses dias de crise e turbulência que enfrentamos.
                                        
É bom ter cuidado com esse otimismo em relação ao futuro. A boa avaliação da vitória pode esconder certas ciladas.

Reparem que esses grupos de extrema-esquerda apostaram no uso de jovens e crianças para causar tumulto. Apoiados por seus cúmplices nas redações, passaram a transformar esses movimentos em símbolos de resistência. Mas, resistência a quem? Ao povo que derrubou o governo ilegítimo de Dilma Rousseff nas ruas e humilhou seu partido nas urnas? Exatamente. Eles tentam resistir ao império da democracia e da lei, aquele que ameaça até o novo governo, que disciplina até o os que apoiaram o impeachment de Dilma.

O erro de avaliação agora é acreditar que esse movimento tem um fim em si mesmo, que a intenção deles de fato é apenas causar conflitos para derrubar a PEC 241 e fazer o governo desistir da reforma no ensino médio. Isso é o mesmo que dizer que um clube disputando bravamente uma partida tem como objetivo apenas fazer um jogo bonito. Não, o que eles querem é o campeonato. No caso da extrema-esquerda, o objetivo é o fortalecimento de uma narrativa golpista que colocará esse momento de humilhação como um período de luta e esperança.

 Mas eles fariam isso? É claro que fariam. Poucos grupos têm uma capacidade de resistência tão forte quanto a extrema-esquerda. Eles sobreviveram à queda do Muro de Berlim, e conseguiram se reinventar e enganar mais pessoas. Sobreviveram ao impacto negativo da revelação dos crimes da Revolução Cultural chinesa (aquela que é comemorada pelos professores e direção do Colégio D. Pedro II) e a miséria que se abateu sobre Cuba e Venezuela. O compromisso deles não é com seres humanos, o com justiça social e prosperidade. O que eles desejam é o poder total e ininterrupto, e farão o que for preciso para conquista-lo e mantê-lo.


Mais do que isso, há a preparação da terra: neste período de entressafra, a extrema-esquerda semeia aquilo que pretende colher mais tarde, que são jovens lobotomizados para servirem de gado para seu rebanho totalitário. É agora que eles estão forjando as lideranças do futuro, que estão preparando os futuros contadores de uma história alternativa onde eles são os heróis da democracia e guerreiros do povo brasileiro. Jandira Feghali, Gleisi Hoffmann, Dilma Rousseff e Lula estão em seus períodos finais. No caso de Dilma, Lula e Gleisi, são quase walking deads espalhando terror em seus momentos finais. Terão uma vida curta, mas estão preparando o futuro da nova colônia. Os aspirantes a déspotas do futuro são Ana Julia, Emerson Catatau (apesar de ser uma personalidade ridícula), Camila Lanes e Carina Vitral. E outros tantos que se multiplicam nessas invasões. Eles dirão que lutaram contra “o golpe”, que “resistiram”. É provável que o objetivo maior de todo esse tumulto seja fabricar material histórico para servir de farsa ideológica daqui a dez ou vinte anos. É quando eles tentarão vender seu estelionato a praça para novas vítimas. Isso explica o motivo da extrema-esquerda ter desistido dos adultos para praticar sua odiosa pedofilia ideológica. Os adultos não caem mais nesses apliques porque o golpe já é conhecido na praça. Se é possível frustrar os planos dessa seita? Sim, é possível. Basta manter a vigilância, exercer a cidadania e ter coragem para continuar a insurgência contra a odiosa agenda dos que nos querem como escravos. 

                                                                                                                                          
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