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Ninguém mais está autorizado a pedir “união” com a extrema-esquerda


Aqui no Reacionário fiz alguns comentários sobre a possibilidade de “união tática” com a extrema-esquerda. Como de costume, não fui nada lisonjeiro ou condescendente. Qualquer um que leu história e que conhece o mínimo de política sabe que não há nada que nos una a esses indivíduos que não o casual pertencimento à espécie humana. Ainda assim, recebi certas críticas daqueles que entendem que “o Brasil é mais importante que nossas divergências ideológicas”. Outros foram mais longe. Sugeriram que este blogueiro pé rapado estivesse recebendo dinheiro do governo. Piadistas, provavelmente.

Em poucos dias a extrema-esquerda se encarregou de emitir vários sinais (para aqueles mais lentos que ainda não compreenderam o que é que está em jogo). O Quebrando o Tabu, que sempre criminalizou os movimentos democráticos, compartilhou uma convocação feito pelo Vem Pra Rua para o dia 04. Falaram em “superar as diferenças e unir o país”. Depois foi a extrema-esquerda defendendo o “legado democrático de Fidel Castro”. Ainda assim, muitos não entenderam. Hoje tivemos dois sinais inequívocos: grupos de extrema-esquerda organizados por UNE, UBES, MST, CUT e MTST instauraram o caos na Esplanada dos Ministérios. Agrediram funcionários do MEC, tentaram incendiar o prédio do ministério e por pouco não invadiram o Congresso. Contidos pela Polícia Militar do DF, começaram a revirar carros, atacar a imprensa e os policiais. Sem contar o vandalismo de sempre. No plenário da Câmara, a deputada Jandira Feghali defendeu os vândalos. Para ela, a culpa dos atos criminosos é do MBL e dos fãs de Jair Bolsonaro. 

Está aqui o vídeo, para os céticos que acreditam já terem visto de tudo. 


Desafio agora alguém me convencer de que é necessário qualquer comunhão com esta escória, com essa gente que se assemelha muito pouco ao que chamamos de homo sapiens sapiens. Como seria possível qualquer ação conjunta com estes trogloditas?

Os fatores que inviabilizam essa tal união são vários. Temos os aspectos técnicos: eles só se expressam por meio da destruição, da violência, do terror. Como nossas famílias e amigos teriam sua segurança garantida em protestos com gente que é naturalmente criminosa? Mas haveria um acordo... um acordo que eles não pretendem cumprir. Quem lembra da fábula do sapo e escorpião sabe. É a natureza deles. 

Temos os aspectos políticos. Eles não têm forças para mobilizar ninguém. Por isso precisam dos bons cidadãos para aumentar o quórum de suas manifestações esvaziadas pela falta de dinheiro público, que era o que bancava a distribuição de mortadela para pessoas pobres que viam naquela indignidade uma oportunidade ganhar uns trocados. Isso também é bom para a narrativa da extrema-esquerda, que poderá contar no futuro que a sociedade “abriu os olhos e se voltou contra os golpistas”. 

Mas o principal já foi dito aqui: essa gente luta por ditaduras. Eles se movem por uma ideologia totalitária. Não, não há nada que nos aproxime de quem acha que Cuba ou Coreia do Norte é modelo de inspiração. Como é possível lutar por democracia e justiça com quem se inspira em um genocida, com quem acha que o ideal para o Brasil é se tornar um misto de fazenda de humanos e presidio a céu aberto, como aquela ilha dos horrores? Dito isto, nem devemos mencionar a questão moral, que é se unir com gente facínoras como Jandira Feghali, uma estelionatária que mente com a mesma velocidade de uma metralhadora. 

Tudo o que havia de ser dito contra a união com grupos de esquerda já foi dito. É claro, há protestos marcados para o dia 04, e isso não significa desmarcar. São várias cidades, e a iniciativa não começou como ato conjunto com a extrema-esquerda. É possível manter a mobilização, mas é preciso deixar de lado aquele engodo propagado por Quebrando o Tabu, PSOL, Huffington Post e outros grupos mais que suspeitos. Somos nós e eles, já que nós lutamos por democracia e eles não, nós lutamos por justiça e eles por impunidade, nós lutamos por civilização e eles por barbárie. Estes dias já nos provaram o suficiente: ninguém está autorizado a pedir união com a extrema-esquerda. Qualquer um que tecer um comentário que seja nesse sentido deverá ser encarado como embusteiro a serviço do mesmo plano criminoso de poder que sustentou o Partido dos Trabalhadores. 

                                                                                                                                          
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