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Mais uma do Catraca Livre: antes da internet, como Dimenstein fazia para passar vergonha? (II)



Este post pode parecer repetido, afinal de contas, publiquei outro com o mesmo título há dois meses. Volto a usar este título diante dos fatos: como já é de conhecimento geral, o Catraca Livre fez postagens supostamente engraçadas e completamente idiotas sobre a tragédia que se abateu sobre o time da Chapecoense. 

Faltou empatia, faltou tato, faltou sentimentos humanos. Aqueles progressistas que olham para todos de cima, que se consideram mais evoluídos que o resto da sociedade e que atuam como polícia da fé atacando todos os que segundo eles não são tolerantes agiram de maneira oposta hoje. Quando a internet se irritou, o Catraca postou milhares de postagens se justificando. Além de acusar os internautas por não terem entendido as postagens ridículas, disseram que o maugosto era “o outro lado”. Já de tarde, veio uma mensagem de Gilberto Dimenstein reclamando para si a responsabilidade sobre as postagens. 

Cá entre nós, isso só piora as coisas. Um senhor com mais de cinqüenta anos deveria ser exemplo. Não é o caso de Gilberto Dimenstein, que por opção ideológica escolheu viver o papel de eterno adolescente crescido de DCE. O que é mais patético é que esse papel de bufão progressista só serve mesmo para esconder um fascista covarde e triste. 

Aqui no Reacionário comentei sobre alguns episódios em que o diário do Sr Dimenstein perseguia seus desafetos políticos de maneira covarde, cínica e dissimulada. Por ocasião do episódio de hoje, em que o Catraca Livre perdeu mais e 300 mil seguidores (e a queda ainda continua), devo dizer que infelizmente, eu avisei. 

"O senhor Dimenstein representa o pior tipo de fascista, o fingido. É aquele que sorri para a vítima antes de entrega-la para a Gestapo. Exagero? Não. A maneira como ele trata os contraditório – em especial os movimentos pró-impeachment, chega a ser criminosa. Essa semana mesmo, publicaram um texto mentiroso afirmando que o coordenador do MBL Fernando Holiday poderia ser preso por uma irregularidade que sequer aconteceu
(...)A real é que o Catraca Livre prega a tolerância dos fundamentalistas, a pluralidade dos fascistas, a divergência democrática dos aiatolás. Façam uma busca naquela latrina (tampem o nariz), e verão como eles se referem aos que deles discordam, ou seja, a quem não defendem ideologias assassinas enquanto pede mais amor. Neste post em específico, algo inédito: eles colam nos comentários um post sobre o MBL ter eleito vereadores. A ironia que fazer é dizer que o movimento é “apartidário”. "
                                                                                                                                          
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