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Ao negarem aliança com Cabral, Dilma e PT chamam o brasileiro de otário e cospem no prato em que comeram





Parece piada, mas o Partido dos Trabalhadores quis “se posicionar” sobre a prisão de Sérgio Cabral, afirmando que “nunca foram aliados dele”. Imagine. Os indícios apresentados foram o apoio de Cabral ao senador Aécio Neves em 2014 e os votos do PMDB do Rio pelo impeachment de Dilma.



Isso é cinismo, para não dizer estelionato. O PMDB do Rio sempre foi o mais dilmista de todos. O apoio a Aécio Neves veio justamente em um momento em que se projetava um cenário difícil para Dilma. O bando de Cabral preferiu apoiar Aécio pois sabia que sempre poderia se voltar para Dilma. Já no impeachment, é preciso lembrar que o diretório estadual do Rio foi o último do PMDB a desembarcar do governo Dilma. Isso sem falar nos golpes: a Copa do Mundo, as Olimpíadas, o Comperj... Tudo feito de maneira calculada para que a máfia fizesse fortuna.

A estratégia do PT parece ser burra, até mesmo imbecil. Mas há aqui uma razão: eles querem estabelecer um parâmetro entre as acusações contra Lula e contra os outros. Já faz algum tempo que o PT usa seus lacaios da imprensa e mídia para desqualificar as acusações da Lava Jato, afirmando que “enquanto os outros levaram milhões, tudo o que há contra Lula é um apartamento (que não é dele), um sítio (que também não é dele), um barco de alumínio comprado por Dona Marisa e um pedalinho onde os netos brincavam.

Isso é isca para idiotas. Lula nunca teve sequer um chip de celular em seu nome, quanto mais um sítio ou uma conta. Em compensação, Antonio Palocci aparece na Lava Jato com uma conta recheada com cerca de 1,1 bilhão de reais. É só seguir esse rastro.

Apesar do motivo, não há como negar que o PT está chamando o brasileiro de otário ao mesmo tempo em que escarra no prato em que cansou de comer. O PMDB do Rio sempre foi útil ao governo Dilma, a ponto até de Dilma usar essa facção em sua queda de braço com Michel Temer. Quem não se lembra que após a carta e o rompimento de parte do PMDB com o governo, Dilma interferiu na votação da liderança no partido na Câmara plantando Leonardo Picciani na presidência? Quando ela queria votar o ajuste fiscal, que contou com a presença do agressor de mulheres Pedro Paulo e com o Marco Cabral (filho de Sérgio), indo votar para o governo? Ah, Picciani conseguiu nomear dois ministros: Marcelo Castro e Celso Pansera. Mas Dilma diz que isso nunca aconteceu.

Foi Sérgio Cabral que anunciou bêbado que Dilma seria a primeira mulher à ser presidente do Brasil, após sair com Dilma do camarote na Marques de Sapucaí. Essa demonstração de cinismo do PT não é nada diferente do que foi feito com Eduardo Cunha, que só conseguiu amealhar aquela fortuna em corrupção por ter sido admitido no plano criminoso de poder. E não foi barato: Cunha provou sua fidelidade sendo cabo eleitoral de Dilma Rousseff entre os evangélicos e articulando seus peões para que votassem com o governo. Mas não é preciso falar muito, é só resgatar algumas imagens. Para quem usou a foto dos movimentos pró-impeachment com o então presidente da Câmara Eduardo Cunha como principal trunfo político, sobram fatos e fotos mostrando quem é que tem aliados sujos. 

Se bem que, dadas as circunstâncias, é mais vergonhoso para Cabral, Cunha e companhia se envergonharem do PT do que o contrário. Eles são apenas corruptos fisiológicos. O PT não. Aquilo é uma seita de psicopatas, gente tão sórdida que estabeleceu novos parâmetros para a sujeira com sua moral retirada do esgoto.  


                                                                                                                                          
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