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A extrema-esquerda está se comportando como os machistas que finge criticar



As eleições já acabaram, os candidatos derrotados já trabalham o novo cenário e os vencedores já se articulam para governar, enquanto o povo aguarda com certa apreensão por tempos melhores. Seria um tempo de se comentar outras questões, mas a extrema-esquerda não aceita o resultado das urnas. Além do mau humor que se espera de quem foi tão humilhado, veio a desqualificação do voto, a contestação radical das regras do jogo e até ataques de ódio contra as parcelas mais pobres da população. 

Quem conhece essa gente sabe que eles nunca respeitaram a democracia. Quem respeita a democracia não abraça ditadores, não faz referências ao totalitarismo e nem traça um plano criminoso de poder. Mas isso era algo relacionado aos bastidores. Publicamente, sempre se mostraram como “defensores da soberania popular”. 

Essa surra deixou esses ideólogos tão fora do prumo que eles passaram a se despir de suas máscaras para vomitar tudo o que há de mais podre em suas mentes tenebrosas. Quem não votou na extrema-esquerda agora são os ignorantes desqualificados pobres que merecem o que há de pior no mundo. Começou com os eleitores de Fernando Haddad em São Paulo, depois foram os eleitores de Luciana Genro, Raul Pont, Requião Filho, Tadeu Veneri e Marcelo Freixo. A esgotosfera que antes recebia recursos públicos passou a metralhar “os pobres de Direita”, enquanto os extremistas disfarçados do Quebrando o Tabu, Catraca Livre, HuffsPost BR, Zero Hora e do consórcio golpista Folha/UOL passaram a dedicar seu tempo para “desconstruir” os candidatos eleitos – principalmente João Doria Jr e Marcelo Crivella. Quem desceu mais fundo no esgoto foi a Carta Capital, que dedicou a capa para atacar os pobres. 

A extrema-esquerda se comporta igual aquele troglodita que parte para cima de moças como se fosse um gorila. A falta de traquejo e respeito assustam, e a moça diz não. Daí o idiota se volta contra ela chamando de puta pra baixo. Aquela que estava no radar do aspirante a garanhão passa a ser rotulada com os piores nomes, se torna alvo de uma ira desproporcional por quem levou bota. Um homem seguro de sua masculinidade dá as costas e parte pra outra. Os boçais que desejam impor suas vontades ao mundo agem diferente. Às vezes até usa aquele argumento asqueroso: “Ela dá pra todo mundo, não quis dar pra mim por quê?” 

É assim que a extrema-esquerda se comportou nos últimos dias. Um comportamento que não costuma ser aceito nem em prostíbulos virou padrão entre aqueles que há poucos dias gritavam por novas eleições. Foi só tomar um toco que abandonaram essa narrativa. Agora a narrativa é de que eles são bons demais para este povo ingrato. É bom que os brasileiros observem o que está sendo dito por esses arremedos de seres humanos. Isso vale tanto para o eleitor comum quanto para o que pede “diálogo” com essa gente de caráter abominável. Não há diálogo com esses canalhas. O melhor que se faz com esses tipos é confina-los nas sarjetas de onde nunca deveriam ter saído.

                                                                                                                                          
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