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Veja vai ao esgoto para eleger Marcelo Freixo





Nessa eleição de 2016, o Rio de Janeiro viu de tudo: no primeiro turno houve pancadaria entre a extrema-esquerda. Jandira e Freixo disputando votos, Tico Santa Cruz discutindo com Jean Wyllys e Freixo enciumado com a presença de Lula nos palanques de Jandira. Já no segundo turno, a surpresa veio por parte da imprensa: a vontade de eleger Freixo é maior que a necessidade de simular isenção.

Hoje a revista Veja lançou essa matéria vergonhosa. A revista que é chamada de “conservadora” desceu ao esgoto para favorecer Marcelo Freixo.




Não é preciso ser muito inteligente para desconstruir esse embuste. A Veja produz uma campa exclusiva para o Rio de Janeiro, onde o candidato favorito na disputa do segundo turno aparece fichado pela Polícia. E cita o fato como “o segredo desconhecido”. Sem mencionar aos internautas do que se trata, reserva o conteúdo para os leitores da revista física. Para as redes sociais, só resta mesmo a especulação sobre o que virá. O tal "segredo" foi comentado por Crivella.

"A revista Veja traz em sua capa duas fotos do senador Marcelo Crivella detido em 18 de janeiro de 1990. A explicação é bem menos emocionante do que muitos esperam. Na ocasião, Crivella era engenheiro responsável pela construção de uma igreja em um terreno em Laranjeiras. O local foi invadido. Inconformado com a demora na desocupação, Crivella tentou retomar o espaço e acabou detido. O delegado responsável acabou investigado por abuso de poder."

Gravíssimo: o candidato ousou retomar o que era seu. Talvez a sugestão fosse seguir os passos de PT/PSOL/PCdoB e Rede, que é tomar dos outros. Antes que os mais inocentes e os mais desonestos relembrem a matéria histórica sobre o envolvimento de Dilma Rousseff e Lula no Petrolão às vésperas da eleição, fica o registro: uma coisa não tem nada a ver com a outra. Naquela situação houve um crime real, crime que foi comprovado pelas investigações da Operação Lava Jato. A Veja tinha sim o dever de publicar. É bem diferente do que foi feito agora, querendo criar um suspense apenas para denegrir a honra de um candidato e beneficiar o lado que se vende como progressista. Comparar essas situações é como comparar o segredo do homicida com o segredo de quem urinou na cama depois de crescido.

É de se espantar que uma prisão por desacato feita por policiais que foram processados por abuso de autoridade se torne um trunfo político, sendo apresentado como mácula que nas entrelinhas torna o adversário radical uma opção moralmente superior. Ainda mais quando o adversário é o Freixo dos Black blocs, do sumiço do dinheiro do Amarildo, padrinho do projeto marxista que faliu Itaocara. Por trás da capa que fez a alegria dos seguidores de Catraca Livre e Huffington Post, há alguns fatos que devem ser mencionados.


Em fevereiro, o jornalista André Petry assumiu a chefia da redação. Em um texto no antigo blog, comentei que a revista seria a Cartago do petismo brasileiro, que a presença de um militante de extrema-esquerda como Petry faria a revista morrer. Eu estava errado. A presença desse senhor transformou a Veja em um simulacro de jornalismo, fazendo com que o Brasil 247 parecesse acanhado em suas investidas contra a democracia.
Leia o trecho abaixo. Volto em seguida.


 Alguns dirão que se trata de exagero anunciar o fim de Veja só por conta de André Petry. Afinal de contas ele faz parte da revista há anos, e mesmo que esteja mais à esquerda, isso não significa nada. Ledo engano. Para se ter uma noção de como o sujeito é de esquerda, vamos resgatar três citações referentes a ele no Brasil 247. A primeira foi feita em 2013, a segunda é de Julho de 2015 e a última é de hoje. Notem a mudança no pensamento.

Alguns dirão que se trata de exagero anunciar o fim de Veja só por conta de André Petry. Afinal de contas ele faz parte da revista há anos, e mesmo que esteja mais à esquerda, isso não significa nada. Ledo engano. Para se ter uma noção de como o sujeito é de esquerda, vamos resgatar três citações referentes a ele no Brasil 247. A primeira foi feita em 2013, a segunda é de Julho de 2015 e a última é de hoje. Notem a mudança no pensamento.




brasil
12 DE JULHO DE 2013 ÀS 17:48
brasi
12 DE JULHO DE 2015 ÀS 07:35



bras



25 DE FEVEREIRO DE 2016 ÀS 05:15


O que a Veja fez ontem não foi jornalismo, foi um mero assassinato de reputações. Essa matéria infame entrará para a história como um caso flagrante de baixaria, onde uma publicação entrou no jogo para ganhar pontos para o adversário. A atitude sórdida só pode ser comparada com a truculência do jogador Domingos, ex-Santos e ex-Portuguesa, que entendia o jogo como eliminação física do adversário.  Ao partir para o jogo desleal, a revista dirigida por André Petry emporcalha no jornalismo e escarra na credibilidade dos grandes profissionais que já passaram pela revista. André Petry transformou a revista mais lida do país em uma versão do blog de Fabiola Reipert, aquela fofoqueira que exagera ou inventa podres de celebridades para se promover com a desgraça e defenestração.

Também é verdade que a rixa entre Veja/Folha e Globo com a Rede Record nunca teve fim. Pesam as matérias publicadas contra a Igreja Universal do Reino de Deus, que tem o candidato Crivella como um dos bispos. Mas nem as incoerências e charlatanismos dessa turma autorizam um jornalismo que favoreça um sociopata como Freixo. 

Esse jogo sujo custará caro à revista, que já não anda bem das pernas. Mas só isso não basta: essa marca deve ficar também na testa dos que foram cúmplices desse espetáculo dantesco. Além do chefe de redação que validou essa incongruência, há o papel dos já citados Huffington Post Brasil e Catraca Livre, além do próprio PSOL e militância de extrema-esquerda que com tanta vontade inundaram as redes com essa tentativa de assassinato de reputações. A equipe de Marcello Crivella só tem uma alternativa, que é estudar o evidente caráter político desse ataque tão traiçoeiro e enquadrar a revista na lei eleitoral ou civil por danos morais. Não pode passar em branco. O candidato que já obteve três vitórias expressivas contra o asqueroso Freixo justamente por mentiras espalhadas pelo candidato da extrema-esquerda não deve poupar a Veja. Ele já acionou a Globo na justiça justamente por favorecer o candidato do PSOL, e deve partir para o ataque contra a Veja. Quando se escolhe agir de maneira tão marginal quanto age o ex-jornalista Paulo Henrique Amorim, o correto é que se receba o mesmo retorno que o dono do Conversa Fiada recebe, que são processos vindos de todos os lados. É isso e a lata de lixo da história. 
                                                                                                                                          
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