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Renan, Gleisi e Collor usavam métodos próprios do coronelismo




A Operação Métis mostrou algo podre sobre os métodos do presidente do Senado Renan Calheiros contra as investigações. Mostrou que o Coronel de Murici também operava em Brasília como se estivesse em seu feudo alagoano, com direito a uma tropa de jagunços obstruindo a Justiça. Mostrou também que os métodos obscuros de Renan também eram utilizados por Gleisi Hoffmann, a ladravaz de Curitiba. A diferença dela para Edison Lobão, José Sarney e o próprio Calheiros é que a petista consegue ser ainda pior do que os outros, já que se apropria dos métodos do coronelismo para lutar pelo socialismo.

Quando Renan afirmou ter ajudado Gleisi e seu marido ladrão de aposentados, não sabíamos que o presidente do Senado dispunha de uma guarda pretoriana que viajava o país para obstruir o trabalho da Lava Jato. Acreditamos que se tratava apenas das velhas manobras e chicanas, mas o assunto é mais grave e complexo. Na prática funcionava assim: o chefe de polícia dizia X, mas o Coroné Renan dizia Y. A Justiça autorizava os grampos, mas a tropa de Renan fazia o contrário. 

Isso nos remete ao que foi debatido dias atrás, quando aquele traidor que preside a Câmara dos Deputados anunciou seu empenho pela lista fechada. Como lembrou o seu colega de partido Sóstenes Cavalcanti, a proposta era autoritária, e representava um retrocesso na democracia que remetia ao tempo dos coronéis. Quem acompanhou o noticiário viu o quanto a proposta foi elogiada pela extrema-esquerda, sendo louvada como marca positiva pela trotskista Tereza Cruvinel, a bolchevique cabocla que comandou a TV Brasil e que agora pratica pequenos delitos no Brasil 247.

Reparem: por qual razão a extrema-esquerda nunca questionou Renan, que comanda o senado com mãos de ferro? Mesmo quando não eram aliados, os alvos da escória sempre foram os liberais. O motivo é simples: o establishment de Renan é útil para a extrema-esquerda, é uma peça acabada que precisa apenas de alguns retoques ideológicos. Da mesma forma que a reforma regressista e jurássica de Maia arranca suspiros dos bolivarianos. O que eles querem é um aparato de poder que proporcione poder sem grandes guinadas.

Não por acaso, comunistas estão sempre elogiando fascistas, populistas de direita e coronéis. Isso quando não se aliam com eles. O Jader Barbalho do ranário hoje é aliado do psolista Edmilson Costa em Belém do Pará. A comunista Jandira Feghali elogia Getúlio Vargas, enquanto a comunista Carina Vitral recorre ao embriagado Waldir Maranhão para livrá-la da CPI da UNE. Fica claro para os que lutam por democracia que o inimigo não é só aquele que veste vermelho. Qualquer um que queira manter o estado paquidérmico, que perpetue o populismo, o coronelismo e o corporativismo também deve ser combatido. Estes sempre darão um jeito de se unirem à extrema-esquerda. São a agulha que abre o caminho para esta linha ordinária.



                                                                                                                                          
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