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Para a extrema-esquerda, a ignorância, manipulação e mortes são as graxas que movem a revolução




Ontem a extrema-esquerda viralizou o discurso da jovem secundarista Ana Julia, de apenas 16 anos. Confesso que me emocionei. Nem tanto com as belas palavras, mas sim com o contexto: ali estava uma jovem lobotomizada, completamente entregue aos desígnios de gente da pior espécie. Não só isso: aquele belo e emocionante discurso traz algumas lembranças. É histórico, como sugeriram alguns militantes. Mostra que a luta da juventude por espaço é antiga. Ouça o discurso abaixo.



Não é preciso nem frisar as incoerências da menina. Ela acha que deve pautar o debate político, a PEC e etc. Mas quer a tutela do estado para que jovens drogados não se matem. Ela diz que o movimento é apartidário, mas acha que escola sem partido é uma afronta. Diz que as invasões são legítimas, mas acha que o estado é babá de adolescentes. Conseguiu até dizer que a proposta do escola sem partido é "racista e homofóbica. Em sua loucura, sugere que a PEC vai acabar com seguridade social. Não dá para cobrar coerência da garota. Quem escreveu aquele discurso para ela não contou que se nada for feito, ela não terá aposentadoria.

Sim, antes de Ana outros milhares (ou milhões) de jovens saíram às ruas, se engajaram politicamente, ocuparam espaços públicos... o problema é que na grande maioria das vezes há um abismo entre as belas palavras e a consequência dos atos. O discurso é excelente, o que atrapalha é a realidade. Como nos exemplos abaixo. 















Pois é. O discurso de Ana foi brilhante, eloqüente e serviu ao mesmo tempo para constranger alguns desavisados e conclamar os jovens para que não desistam do que ela chama de luta. O único porém é que já há um cadáver, fruto da inconseqüência e da crueldade de quem toca o rebanho. Como os feitores de Ana não se constrangem nunca (são sociopatas, isso é impossível), outros tantos jovens poderão morrer para manter vivo “o sonho”. 

Aquele choro engasgado, aquele olhar esperançoso... Tudo aquilo já foi visto antes. Aquela inocência destrutiva, aquela fúria ressentida, aquele ímpeto inconseqüente... Ana Júlia tenta nos fazer crer que um pão é uma pedra, que um peixe é uma serpente. Tenta nos conclamar a tomar parte em um movimento golpista, que só atende aos propósitos da agenda criminosa da extrema-esquerda. Pior que isso, ela acredita piamente que pensa por si. Ela realmente está convencida de que aquele jovem assassinado às facadas por um colega morreu por culpa do ódio ao movimento ilegítimo que ela representa. Ela não é nada diferente dos jovens que serviram ao maoísmo, fascismo, comunismo e tantas outras experiências totalitárias. 

A extrema-esquerda tem uma visão da morte que é bem próxima da visão que o ex-ministro da Justiça de Dilma tem da corrupção. Eugênio Aragão acha que “a corrupção graxa nas engrenagens e bota a economia para funcionar, e que por isso é tolerável”. A extrema-esquerda pensa quase o mesmo de mortes como a do estudante naquela escola invadida em Curitiba: o sangue humano é a graxa que move as engrenagens da revolução, e por isso mesmo é desejável”. Considerando o qual obcecados eles são, não é de se espantar que essa ideologia tenha matado mais que o Nazismo. 

É lamentável que os pais de Ana Júlia permitam que a filha fique exposta à abusadores, a gente da pior qualidade, partidários do crime e do genocídio. Mais lamentável ainda é a covardia da parte de nossa classe política que não está diretamente comprometida com essa agenda. Gente como Beto Richa, o covarde paranaense. Poderia ter acabado com isso há muito tempo, mas não é homem suficiente para colocar a casa em ordem. E por omissão, permite que uma menina como Ana Júlia seja feita de fantoche por gente inescrupulosa. Um garoto já morreu por omissão e covardia. Quantos mais virão? 



                                                                                                                                          
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