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O baixo nível da jornalista da Globonews revela qual é a agenda política defendida pela emissora




A “jornalista” Carolina Cimenti soltou um palavrão ao vivo na Globo News, supostamente indignada com a resposta de Donald Trump a Hillary Clinton no debate de ontem, quando confrontado sobre a conversa chula (e irrelevante) que teve onze anos atrás.



Bom, Carolina se “indignou”. Isso é grave. Se a jornalista de fato se indignou, ela é uma hipócrita: condena Donald Trump por áudios sujos e faz quase a mesma coisa. Se a indignação é fingida, prova que talvez tenha sido apenas uma das muitas teatralidades da extrema-esquerda.

O que é fato aqui é que a suposta jornalista se indigna mais com palavras sujas do que com atos hediondos como os estupros de Bill e a sociopatia de Hillary, que se fez chacota de uma menina de doze anos ao conseguir absolver o estuprador do crime por meio de fraudes e manobras.

Que tipo de gente se indigna mais com palavras do que com estupros? Apenas farsantes e extremistas.

É interessante com o a Globo News está cheia desse tipo de gente. É sempre a mesma farsa, a mesma indignação fingida, a mesma defesa simulada dos direitos humanos. São todos embusteiros. Foi o mesmo com as manifestações contra Dilma Rousseff e o PT, foi o mesmo tom de indignação com o impeachment, com o Brexit e com aquele referendo que pretendia dar salvo conduto aos terroristas das Farcs.

O pior de tudo é que Trump não é grande coisa, mas consegue ser elevado à condição de cidadão exemplar quando é alvo da oposição baixa desse tipo de gente. É como Marcelo Crivella, que passou a ser alvo do veneno da emissora após ir ao segundo turno com o extremista financiador de Black Blocs Marcelo Freixo. Se eles querem Freixo, nossa escolha deve ser clara contra o radicalismo e a barbárie.


A baixaria de Carolina mostra como eles operam. Não se enganem com os belos cenários e com as expressões cândidas de amor a humanidade. Eles tiram sua moral do esgoto, e fazem a opção calculada por qualquer um que queira a humanidade de joelhos. Para a Globonews, qualquer Stalin ou Mussolini pode ser uma opção "sensata", basta falar algumas frases bonitas.   
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