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Não devemos cair no estelionato da extrema-esquerda: quem poupa o lobo, sacrifica as ovelhas







Quem acompanhou as notícias ao longo do dia viu o confronto de narrativas: de um lado, UNE, UBES, Levante e outros grupelhos ligados ao PT, PSOL, PCdoB e afins tentando vender a ideia de que quem levou aqueles jovens a consumirem drogas e entrarem em luta corporal foram os críticos das invasões em escolas e universidades. Do outro lado, a verdade.

Vejamos: todo o cenário era previsível. Confinar adolescentes e crianças sem supervisão só poderia mesmo terminar em tragédia. Hoje, nos acusam de usar um cadáver para criminalizar os movimentos de invasão. É mentira: eles não precisam de ser criminalizados. Pelo contrário, eles sempre foram criminosos. O que há é uma essência criminosa por parte dos militantes de extrema-esquerda.

Houve desde o começo o golpe por parte de militantes, sempre com o apoio de formadores de opinião e agentes do meio político e artístico. Transformaram a ação política de um grupo execrado nas ruas em ideal para quem ainda não consegue pensar por si.

Imaginem aqueles adolescentes, vendo seus professores falando em “resistência ao golpe”, em uma narrativa apoiada por gente que eles consideram bacana, como Criolo, Emicida, Paulo Miklos, Chico Buarque, PC Siqueira e outras nulidades. No fim, o sangue. O jovem morto serviu enquanto estava vivo, para fazer número. Agora que é dispensável, servirá apenas como estorvo para os planos dos totalitários.

Mais cedo, duas lideranças golpistas tentaram fabricar uma narrativa para o caso, com um resultado desastroso. Camila Lanes e Emerson Catatau (aquele que dizem ser dublador do Mickey Mouse) postaram em redes sociais que “aquilo era fruto do ódio”, que os “críticos do movimento produziram o primeiro cadáver para criminalizar o movimento”. Camila Lanes chegou até a culpar o Movimento Brasil Livre. É claro, para isso ela teria que provar que alguém do movimento levou as drogas para os adolescentes naquele colégio ocupado por seu movimento, e teria que provar como os adolescentes foram induzidos ao confronto físico.

Essa gente asquerosa não deve mais ter lugar no debate público. Para se ter noção da ameaça que representam, basta ver que o partido das principais lideranças fez um manifesto em apoio ao regime genocida da Coreia do Norte. E que a líder da UNE viajou com recursos de fonte duvidosa para abraçar o ditador Maduro. Tem também o PSOL, que no controle acadêmico do Colégio Dom Pedro II organizou até um evento de comemoração à Revolução Maoísta.

Ai está. Tolerar esse desmando e ação dos agentes do caos é consentir com a barbárie, com o retrocesso democrático e com o abuso psicológico de menores. O golpe de que “as manifestações são pacíficas”, de que “lutam por ideais” e que a juventude precisa se “mobilizar” não passa de plano de fundo para que o pior tipo de gente atrapalhe o país e obstrua o futuro. Gente como Emerson Catatau, Camila Lanes e Carina Vitral e Camila Lanes não passam de sociopatas, jagunços daquele plano criminoso de poder rechaçado nas ruas e humilhado nas urnas. É por essas e outras que há certa responsabilidade por parte dos pais e do governo Beto Richa. Sim, os pais hoje em dia parecem anestesiados, lobotomizados pelo canto da sereia de quem comandou o país nos jogou na lama.


A mãe do aluno morto, por exemplo, “assinou uma autorização para que o filho participasse da ocupação”. Com todo respeito a dor que essa senhora está sentindo, mas é correto afirmar que ela autorizou que aquela gente andrajosa abusasse de seu filho. Ela e outros pais autorizaram seus filhos a ficarem a mercê de quem idolatra Mao, Che, Fidel, Stalin e Getúlio. Não há nada de bom que possa sair daí. Que não digam que o autor é rude e insensível, pelo contrário. Sei que aqueles pais que arrebentaram cadeados de escolas invadidas e aqueles outros que impediram que tal acontecesse salvaram seus filhos de destino semelhante. No que se refere ao governador, as palavras duras proferidas mais cedo vieram tarde. Quando o movimento começou, Beto Richa deveria ter denunciado a ação golpista e ter mobilizado a polícia militar contra as invasões. Mas parece que o governador foi emasculado após aqueles desastrosos confrontos com sindicalistas criminosos, e ficou com medo dessa escória. Não é assim que funciona governador. Quem poupa os lobos, sacrifica as ovelhas. 


                                                                                                                                          
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