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Mais uma do Catraca Livre: antes da internet, como Dimenstein fazia para passar vergonha?




Para não perder o costume, o diário metido a moderninho do tiozão clichê Gilberto Dimenstein resolveu pegar outro membro do Movimento Brasil Livre para Cristo. A vítima do dia foi Pedro D’Eyrot. O texto e a legenda supostamente irônica (que pode ser vista na página desta latrina em forma deportal no Facebook), pode ser vista aqui. O motivo do ataque? Pedro é membro do Bonde do Rolê. Se ele fosse de esquerda, seria um "divo", um "homão da porra". Como não é, vira alvo de baixaria. Foi tudo tão vergonhoso que os próprios seguidores passaram a jogar pedras na página do ciclofascista Dimenstein.






Não é para menos. Já está ficando feio.

O senhor Dimenstein representa o pior tipo de fascista, o fingido. É aquele que sorri para a vítima antes de entrega-la para a Gestapo. Exagero? Não. A maneira como ele trata os contraditório – em especial os movimentos pró-impeachment, chega a ser criminosa. Essa semana mesmo, publicaram um texto mentiroso afirmando que o coordenador do MBL FernandoHoliday poderia ser preso por uma irregularidade que sequer aconteceu.

Imagine só, uma lei eleitoral que PRENDE um candidato por ter pedido votos em sua página no Facebook no dia da eleição... Viveríamos em algo semelhante à Venezuela! Mas o portal do Dimenstein afirmou isso com todas as letras. A bem da verdade, é necessário lembrar que a lei eleitoral permite o pedido de votos em postagens orgânicas (ou seja, não patrocinadas) no dia da eleição. O jornalista autor do post difamatório (não sabemos se foi Dimenstein), poderia ao menos ter pesquisado sobre a lei eleitoral. Mas não: preferiram mentir. Não, não cabe afirmar que há ignorância por ali. O caso é de sociopatia.

O episódio de hoje, em que ironizam a direita e depreciam o gênero da banda de Pedro alguns posts depois de terem elogiado “o funk lacrador de MC Carol e Karol Conka” só revelou aos seguidores que o conteúdo do Catraca não passa de chorume ideológico. E não poderia ser diferente, vindo de quem vem. O que era uma suspeita para muitos, se tornou uma certeza baseada na gritante indecência do(s) escriba(s) envolvidos em produzir textos repletos de ódio e veneno para aquela página tosca. E o público fez questão de se manifestar.

A real é que o Catraca Livre prega a tolerância dos fundamentalistas, a pluralidade dos fascistas, a divergência democrática dos aiatolás. Façam uma busca naquela latrina (tampem o nariz), e verão como eles se referem aos que deles discordam, ou seja, a quem não defendem ideologias assassinas enquanto pede mais amor. Neste post em específico, algo inédito: eles colam nos comentários um post sobre o MBL ter eleito vereadores. A ironia que fazer é dizer que o movimento é “apartidário”. 

É óbvio que o Catraca não quer o MBL ou quem mais for da direita engajado na política. Eles querem a política livre para que os coletivos fascistóide defendidos por eles se locupletem da coisa pública. Observem como trataram do Petrolão, o maior esquema criminoso conhecido no mundo. Não, para o Catraca o escândalo é participar do jogo democrático por meio de eleições. Isso sem falar do quanto falam de representatividade de maneira falsa. Só mencionaram a vitória de Holiday para mentir. A Catraca é livre, mas só gira para a esquerda.

Não deve ter sido um bom dia para o senhor que desfaz de carteiros. Se eu pudesse fazer uma única pergunta para este homem tão infeliz, perguntaria o seguinte: como o senhor fazia para passar vergonha antes da internet?
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