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Carioca fez muito bem ao desmascarar o golpe da “isentona” Esther Solano








A acadêmica Esther Solano conseguiu um feito provavelmente inédito na história: junto com seu colega William Lopes, a moça conseguiu protagonizar barracos em dois programas em que participou. Primeiro foi no Jô Soares, fazendo com que o esquerdista perdesse as estribeiras diante de sua postura condescendente com os black blocs. E depois na Jovem Pan, onde bateu boca com o Márvio Lúcio, o Carioca. Para quem não viu no Pânico, o programa está na íntegra aqui. Vale também ver o Jô Soares enfrentando os extremistas, apesar do próprio estar do lado de lá. Abaixo você vê apenas um trecho do confronto. 



Mas vou me ater a uma fala que é repetida por esta professora universitária há algum tempo: “temos que vencer a polarização”, ela diz. Esse mantra é repetido desde o início da crise política, sempre com o mesmo ar blasé de quem se vê acima do bem e do mal. O problema deste golpe é que ele está mais manjado do que o bilhete premiado encontrado na calçada por alguém que supostamente não tem conta bancária.
Esther diz que é preciso se colocar “acima da polarização”. No entanto, ela não é capaz de condenar a violência praticada pelos Black blocs, reduzindo tudo a uma “tática de manifestação”. Ok, isso todos já sabem. Para isso já existe o livro de Francis Dupuis-Déri, o mais completo sobre. O que motivou a ira de Jô Soares e Márvio Lúcio foi o distanciamento em que a professora se coloca ao tratar da violência. É aí que ela se revela como realmente é. Não é o que dizem textos publicados por ela chamando a luta contra a corrupção de seletiva ou quando desceu à sarjeta para chamar o impeachment de golpe. Esse livro do link foi escrito na ilustre companhia de Ivana Jinkings, Jandira Fechali, Guilherme Boulos e Marilena Chauí. Carioca estava correto ao dizer que a dupla mentia ao simular isenção.

Ao contrário de seu companheiro William Lopes, ela mantém uma postura superior, irônica e fria. Diz que não cabe julgar o que é objeto de estudo. Mas voltando ao que foi dito pela mesma professora sobre a crise política, ela fez sim, um julgamento. Falou em golpe, em discurso de ódio por parte da direita e dos movimentos sociais pró-impeachment. A moça também adotou falsas narrativas para o impeachment, além de ter “alertado” que “Moro está se tornando uma figura messiânica”. Isso sem falar quando teve aquele frenesi com os rolezinhos. Leia os links, mas com material de proteção. A exposição a essa monstruosidade fascista pode dar câncer.
No fundo, Esther Solano não é diferente de seu William. Ele foi menos “profissional”, e logo de cara se denunciou como militante da extrema-esquerda. Quando ele começou a perder a linha com o Carioca, foi logo partindo para a rotulagem ao sugerir que Carioca só se opunha a ele por ser um “coxinha” “fã de Bolsonaro”. Contextualizando essas afirmações, logo é de se considerar que ele confessou ali sua devoção à agenda criminosa das esquerdas. E mais: ele sabe que do lado de cá Bolsonaro não é unanimidade. Tentou fazer isso apenas para ver se o interlocutor iria perder tempo se defendendo.
Essa tese de falso distanciamento, de se colocar contra a polarização é mentirosa. Ainda mais quando se demoniza um lado e se protege o outro até da simples definição de crime. Felizmente esses golpes retóricos não estão funcionando tão bem. A Rede de Marina Silva saiu das urnas tão fragilizada que alguns correligionários deixaram o partido fazendo duras críticas a ambiguidade da que hoje é conhecida como “mulher melancia” (verde por fora, vermelha por dentro). Está difícil enganar, dona Esther. Ainda mais quando se trata da prática de crimes com propósitos políticos. Nós apanhamos muito por aqui, mas isso nos fez aprender algumas lições. Entre elas, a de desconfiar de quem diz que não tem “lado”.


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