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As mobilizações estudantis contra a PEC 241 e reformas ilustram a pior face do totalitarismo








O Paraná está em chamas com mais de um terço das escolas ocupadas. Em São Paulo, o movimento também começou. Os estudantes gritam contra a PEC 241 e contra a reforma do ensino médio. Em resumo: protestam contra o governo eleito por seus doutrinadores em 2014.

A real é que esses milhares de estudantes não passam de cabeças de gado nas mãos de gente inescrupulosa. Aquela gente que defende o plano criminoso de poder herdou dos velhos comunistas o hábito de usar jovens como escudo humano. Igual faziam seus coirmãos fascistas e nazistas. Quando se fala de doutrinação e de movimentos de natureza golpista manietados por políticos, sabemos bem do que estamos falando. Não temos só provas, mas a grande convicção de que essa gente é desumana.  

Se de fato houvesse um movimento em prol de direitos dos estudantes, haveriam jovens exigindo reformas do ensino, ainda que não fossem essas propostas pelo governo. Quem se posiciona contra, que berra em plenos pulmões que falar em reforma do curriculum escolar é “retrocesso” está mentindo. Qualquer iletrado há de reconhecer a precariedade do ensino público brasileiro. Da mesma forma, quem fala que a PEC 241 irá trazer retrocessos tenta fazer estelionato. Não há como gastar mais do que se ganha. Até o ultraesquerdista Cristovam Buarque já reconheceu o fato, chamando a PEC do Teto de “PEC do Óbvio”.

Mas por que marcham?

Os professores doutrinadores (que lá atrás protestaram contra o Escola Sem Partido), hoje estão marchando por sua agenda criminosa e totalitária. Já os estudantes... Esses só fazem papel de trouxa, enquanto os doutrinadores da extrema-esquerda tocam o gado de seu rebanho totalitário.

Essa questão parece ser simples, sendo tratada por alguns como uma questão irrelevante. Alguns acreditam que a sociedade não deve se importar com quem faz papel de trouxa ocupando escolas ou rugindo nas ruas. Está errado. Quem olha aqueles rebanhos de gado obedecendo o berrante sabe que o destino da imensa maioria é virar churrasco, bife e hambúrguer. Da mesma forma, esses que seguem os agentes do caos serão transformados em alimento pelos totalitários. São o combustível da máquina totalitária.

Os extremistas usam essa gente igual cana na moenda. Os formadores de opinião que comungam das ideias da seita incentivam o desacato, fazem apologia ao vandalismo, e romantizam a barbárie, transferindo a culpa a quem tenta manter a ordem. Eles querem é o sangue desses jovens. Se forem bem sucedidos, irão instaurar o império do medo, a institucionalização da barbárie. Se perderem nesta empreitada, continuarão tentando. No máximo farão outras vítimas, lobotomizando outros jovens para servirem de eventuais peças de reposição.


O jovem imbecilizado não irá perceber isso. Para ele é o professor que está correto, é o vj descolado que tem razão, é o cantor engajado que prega o justo. Os hormônios impedem o indivíduo de perceber que quem o prejudica é a bancada criminosa que tenta obstruir a aprovação de mais verbas para o Fies. No entendimento dele, quem é criminoso é quem quer manter o ensino da ignorância nas escolas públicas. É por isso que a sociedade tem um papel fundamental na defesa da democracia. É nosso dever defender a juventude, proteger a verdade dos que nos querem como escravos de uma ideologia assassina. A PEC 241 é bem vinda e a reforma do ensino é necessária. Mas não devemos esquecer do fim da doutrinação. O Escola Sem Partido tem algumas lacunas, mas foi a proposta mais sensata já apresentada para tirar o chicote das mãos desses monstros morais. Se eles serão contra? Provavelmente. Sem a propagação da ignorância, não haverá a manutenção do socialismo. 


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