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Acuada, a extrema-esquerda mostra os dentes


Reprodução/Doctor Who


A extrema-esquerda sempre se vendeu como moderada, quase como centrista. Apesar de comungarem de ideias totalitárias, de venerarem ditadores carniceiros e às vezes até se classificarem com o rótulo de “progressistas”, a verdade é que não há qualquer diferença entre os ditos esquerdistas moderados de hoje e os velhos bolcheviques do passado. Só muda a embalagem, mas a essência podre permanece a mesma.
Prova disso são os discursos lançados por essa turma após as fragorosas derrotas deste ano. Foram derrotados nas ruas, no impeachment e nas urnas. As derrotas foram toda humilhantes. E como sempre fazem nessas ocasiões, acabam esquecendo as jogadas ensaiadas e os discursos elaborados para mostrarem quem realmente são. São episódios de machismo, racismo, intolerância religiosa, vandalismo, homofobia, discurso de ódio contra pobres e até violência física. Estão mostrando os dentes.
Já vimos de tudo este ano, cada exemplo mais asqueroso que o outro. O ex-ministro de Dilma Rousseff Renato Janine Ribeiro deixou aquele discurso fingido de clamor pela tolerância para atacar os pobres que não votaram em Fernando Haddad. Antes disso, vimos artistas que se uniram “contra o golpe” vaiando moradores de rua que interpelaram o prefeito ciclofascista pelo abandono das ruas.
E só piora. O professor Marcos Bagno, aquele da tese do “preconceito linguístico”, recomendou que quem não vota na extrema-esquerda (em especial no PT), merece ser degolado e defenestrado. Teve Marilena Chauí confessando o desejo de esfaquear manifestantes contrários ao PT e candidata do PSOL em São Paulo confessando que o partido é movido pelo ódio. O Diário do Centro do Mundo ataca Fernando Holiday afirmando que ele “precisa aprender a ser negro”, enquanto o Catraca Livre mente aos leitores afirmando que “ele pode ser preso por crime eleitoral”. Não só isso: não podemos nos esquecer da amostra grátis de truculência e selvageria que os Black blocs deram à sociedade. Não podemos nos esquecer que alguns desses trogloditas antem estreita relação com certos partidos que comungam água e óleo, quer dizer, socialismo e liberdade.
Isso sem falar no festival de bundas tristes, de vômitos em seções de comentários, de cagaço públicos em fotos de opositores, cuspes no parlamento e cuspaço em federais. Ao perder essas batalhas, eles perderam também a compostura.
É surpreendente a metamorfose: em tempos de tranquilidade, eles são cínicos passivos. Falam em tolerância, denunciam o contraditório como discurso de ódio.

Por um lado, isso é positivo. Dá à sociedade brasileira a oportunidade de ver os fascistas sem as máscaras utilizadas por esses monstros quando estão em público. É a oportunidade de que mais brasileiros se deem conta de que as denúncias de totalitarismo e fascismo são reais, que esses seres andrajosos são agressores em potencial. Por outro lado, mostra a gravidade de termos esses desumanos entre nós, forçando a dizer que é urgente o enfrentamento do discurso de ódio à democracia e a humanidade que eles representam. 
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