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"A Orfã" versão jihad: inglesa adotou um terrorista de 21 anos que se apresentou como um garoto de 12





No Extra, uma notícia bizarra vinda da Inglaterra.
Uma família inglesa está em choque após passar por um grande susto ao tentar fazer uma boa ação. Eles decidiram adotar um jovem refugiado que fingiu ter 12 anos, mas na verdade era um jihadista treinado de 21 anos. Segundo a reportagem do jornal “The Sun”, a inglesa Rosie e o marido, Peter, decidiram adotar Jamal, que vivia no acampamento na cidade de Calais, na França, após assistentes sociais afirmarem que ele era um órfão fugido do Afeganistão.  
“Ele estava magro e pensei: ‘Deus o abençoe’. Ele era tão humilde e educado”, contou Rosie ao jornal. O rapaz afirmou às autoridades que tinha 12 anos, mas Rosie, cujo sobrenome não foi divulgado por questões de segurança, desconfiou que algo estava errado quando notou que Jamal era muito peludo para alguém de 12 anos e, além disso, ele sabia usar uma arma.  
Quando ela o levou ao dentista, o profissional disse que ele deveria ter dez anos a mais do que a idade afirmada por ele. Quando a família foi a um centro de escalada, Jamal subiu pelas cordas com facilidade, e numa escola de tiro ele desmontou a arma antes de atirar, o que levantou a suspeitas da mulher.  
Segundo Rosie, Jamal chegou a ser expulso do ônibus da escola porque o motorista achou que ele era muito velho. Com o tempo, o comportamento de Jamal com os filhos do casal piorou e ele começou a receber ligações de números estranhos.  
Além disso, Rosie encontrou imagens de abuso infantil e fotos do grupo terrorista Talibã no telefone celular dele e ficou em choque. Ela, então, decidiu confrontá-lo e Jamal a ameaçou: “Eu vou matar você, eu sei quem são os seus filhos”.  
Jamal foi devolvido ao serviço social e preso por agressão. “Eu não posso afirmar que ele era um terrorista, mas eu acho que ele veio de um campo de treinamento. Ele era um grande ator”, afirmou Rosie, que se mudou de casa e passou a evitar os lugares que frequentou enquanto Jamal estava com a família. “Estou em pânico porque ele conhecia a nossa rotina”, desabafou a mulher.

Bom, aqui não há nada de novo. Quem acompanhou os pessimistas deve ter ouvido inúmeros alertas sobre a entrada desenfreada de infiltrados fundamentalistas entre os refugiados. O próprio ISIS confirmou. Infelizmente, a sociedade ocidental caminha como ovelhas rumo ao matadouro. Muitos preferem ser irracionais do que serem acusados de preconceito ao aceitarem o óbvio.

Em “Nossa Cultura, ou o que restou dela”, um conterrâneo da inglesa faz um importe alerta. Escreve Theodore Dalrymple, citando a mais famosa frase de Edmundo Burke:

“Para que o mal triunfe basta que os bons nada façam. Hoje em dia, a maior parte dos bons faz exatamente isso. Ao se temer mais a alcunha de intolerante do que a de perverso temos o cenário perfeito para que a malignidade esteja livre para prosperar”


                                                                                                                                          
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