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Um dia difícil para o petismo. A narrativa do partido dos pobres e trabalhadores morreu


Reuters


O dia de hoje foi terrível para os petistas. Começou com o ex-ministro Guido Mantega preso pela Operação Lava Jato. Terminou com a revelação de que Dilma e Lula receberam propina em suas campanhas.

Ficaram sem rumo, já que ninguém esperava que Eike Batista houvesse feito depoimentos espontâneos aos investigadores que atuam na força-tarefa de Curitiba. Só restou aos farsantes utilizar um argumento fraco da suposta falta de humanidade de se prender alguém que está com a mulher internada com câncer. Até isso ruiu, já que depois o próprio Moro revogou a prisão preventiva apelando justamente para a humanidade que os petistas alegaram que ele não tinha.

É claro, esse argumento não é válido legalmente. A lei não estipula que tragédias pessoas interfiram no curso da Justiça. Mas como se trata de prisão preventiva, isso só tira Mantega do cárcere por alguns instantes. Em breve ele volta.

O que é importante deste episódio é que se desmontou um dos principais estelionatos de nossa história, que é o partido que lutava pelos pobres. Fica claro que a preferência do PT era pelos ricos, pelos poderosos e por sua agenda política criminosa. O conchavo, o achaque e a fraude estão desnudados. Acabou.

Mais que isso: estas revelações mostram a natureza por traz do tal desenvolvimentismo, que não passa de uma espécie de “socialismo para os ricos”, como definiu o também socialista Luís Roberto Barroso. Quem defende o Estado interferindo na economia desta forma está na prática defendendo o financiamento público de milionários. Ou de bilionários, como é o caso de Eike Batista.

O choro e ranger de dentes ouvido hoje foi sem precedentes. Agora não terão como justificar coisa alguma. Qualquer interlocutor minimamente inteligente dirá que não há legitimidade no mandato de quem se elegeu com dinheiro de propina, como foi o caso de Dilma. Ou seja, ela não tinha legitimidade. Para pagar por isso, o impeachment não basta: ela deve também ir para a cadeia.

Eike é uma raposa, e pode ter dinamitado o núcleo duro do partido. Lula, Dilma, Antonio Palocci e Guido Mantega estão com o pescoço na guilhotina. O fez por medo de ser preso por Moro, que já demonstrou não ter pena de gente rica quando prendeu Marcelo Odebrecht, Ricardo Pessoa e Octávio Azevedo.

Para fechar o dia, a Bloomberg divulga a lista com os 50 mais influentes do mundo. E lá está o algoz dos petistas, aquele que os lacaios do plano criminoso de poder querem na cadeia. Está à frente dos presidentes Xi Jinping e Vladimir Putin, das primeiras-ministras Angela Merkel e Thereza May, além do criador do Facebook Mark Zuckerberg. O que os petistas mais querem hoje, é que o dia acabe logo.


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