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No Rio e em São Paulo, Jandira e Erundina escancaram o cinismo da extrema-esquerda


Antonio Cruz/Abr

Ontem a Rede Globo brindou os telespectadores com dois momentos que irão entrar para a história. No Rio, a comunista Jandira Feghali resolveu acusar a emissora de ser golpista. Em São Paulo, a por enquanto psolista Luiza Erundina resolveu pagar de loucaafirmando sem pestanejar, que a crise econômica em que o Brasil está mergulhadodesde 2014, é culpa de Michel Temer.
As duas se deram muito mal. No Rio, Jandira Feghali foi reduzida a pó pela jornalista Ana Paula Araújo, que moderava o debate (o vídeo segue abaixo). Em São Paulo, Erundina conseguiu fazer o impossível: fez Marta Suplicy ser aplaudida por desmascarar um embuste.


A surra de Ana Paula em Jandira


Dos 09min30s, Marta emparedou Erundina

Tanto a extremista do Rio quanto sua colega de São Paulo são estelionatárias intelectuais. Jandira fala mal da Globo, usando o palanque utilizado pela emissora. Não obstante a falsa narrativa do golpe, há ainda algo pior, que é a falsa defesa da democracia. O partido de Jandira é aquele PCdoB que assinou um manifesto emsolidariedade ao governo da Coreia do Norte em 2013. Apesar do vergonhosomanifesto ainda estar no site de seu partido, Jandira tem a cara de pau de se dizer defensora da democracia. O que essa senhora entende por democracia? Será algo parecido com o regime sangrento dos Kim?
E o que falar de Erundina? Essa aí nos toma todos por idiotas. A candidata do PSOL não só dá uma de João sem braço, mas também ofende os brasileiros que estão sofrendo as consequências do vandalismo praticado por Dilma Rousseff na economia desde que foi constatado o estelionato eleitoral. Com a petulância típica dos falsos pastores, Erundina conclama os brasileiros a se juntarem ao seu radicalismo tosco suando como apelo de autoridade um factoide criado por ela. Só o fato de proporcionar palanque para que Marta pareça coerente já é suficiente para que Erundina se retirasse da disputa. Mentir de forma tão desavergonhada deveria ser motivo para sair da vida pública. Para sempre.
O que há de concreto é que as duas senhoras representam o que há de mais podre na política. Representam a encarnação da hipocrisia, do estelionato retórico, da fraude histórica, do cinismo e da completa sujeira moral. Jandira gostava de champanhes com D. Lili Marinho, esposa do magnata dono da emissora. Erundina ficou anos brigando com seus partidos para que fossem ainda mais bolivarianos. Após sair da prefeitura de São Paulo com baixíssima popularidade (20%), ela sai por aí aplicando o golpe de que foi uma boa prefeita. Mentira, ninguém sente saudades dela.
Aliás, Erundina passou anos apoiando o petismo por debaixo dos panos. Essa paixão pelo partido do plano criminoso de poder é doentia. Coisa de psicopatas.

O que há de positivo é que por hora, essas duas ficarão bem longe das prefeituras. As pesquisas sugerem que os eleitores de Rio e São Paulo não pretendem dar a chance para que essas extremistas destruam ainda mais suas cidades. O brasileiro ainda associa essas figuras andrajosas ao antigo regime. O que é necessário agora é registrar bem esses eventos, salientando o caráter dessas figuras monstruosas. Vale citar o mantra da esquerda nas comissões da verdade: devemos lembrar para não repetir. Quando nos livramos do governo Dilma, nos livramos da possibilidade que gente como Erundina e Jandirão tinham para destruir a humanidade. Outros povos não tiveram tanta sorte, e tiveram que pagar o preço da guerra para se livrarem de seus inimigos interno. 
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