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No Mackenzie, militantes de esquerda deixam o rastro do vandalismo para pobres e negros limparem

Recebo de um amigo mackenzista uma foto intrigante. Uma funcionária da equipe de limpeza da universidade limpa uma pichação em uma das paredes do campus. O infame vandalismo diz: “Fora Temer”.



Na segunda-feira, fiz algumas considerações sobre “aquela gente exótica que grita Fora Temer”. Afirmei que são estúpidos, verdadeiros puxadores de carroça, serviçais menores do plano criminoso de poder. Disse que são fantoches nas mãos hábeis dos sociopatas que lideram a seita vermelha. Não retiro nada do que foi dito aqui.

Mas acho conveniente voltar ao tema para afirmar que não foi dito tudo. O fato de alguém ser idiota, servil e lambedor de botas não o torna menos cruel. O que a foto expressa é o auge da infâmia, da indignidade, da hipocrisia e da miséria humana. Algum estudante da seleta Universidade Presbiteriana Mackenzie reivindica para si o posto de progressista. Diz lutar por democracia, direitos humanos e justiça social. Isso automaticamente lhe dá direito para praticar toda a sorte de crimes. Isso lhe dá inclusive, o alvará para se comportar como bárbaro.

A solidariedade dos espíritos de porco é algo típico dos psicopatas. Eles dizem lutar contra o que chamam de golpe por amarem a humanidade. Mas não são capazes de se solidarizar com seus semelhantes, como é o caso daquela pobre mulher negra encarregada de limpar a bagunça. Nos comentários da foto, publicada originalmente na página Te Vi no Mackenzie, há uma infinidade de militantes brancos, ricos e mimados que justificam a imundície e falta de civilidade. Justificam Nelson Rodrigues, que disse em certa ocasião: “Amar a humanidade é fácil, difícil é amar o próximo”.

O curioso dessa cena tão lamentável é que ela imita exatamente uma autocrítica feita pelo grafiteiro britânico Banksy. Por acaso, esta obra (Workers of the world, Unite!) é usada como capa da página deste blog no Facebook desde 29de julho. Ali, um zelador fica perplexo ao flagrar um jovem vandalizando uma parede com o slogan de Karl Marx. Banksy é anarquista, e sempre tece críticas ácidas não só contra o capitalismo como também contra a própria esquerda. Notem a semelhança entre as juventudes “revolucionárias”.

Banksy - Workers of the world, Unite!


Essa gente é asquerosa, e expressa o que há de pior na raça humana. São jovens cretinos e indolentes como esses que se colocam como linha de frente de governos totalitários e carnificinas. Só um cérebro doente é capaz de gritar nas ruas que quer defender as minorias, quando não consegue respeitar sequer os trabalhadores que estão em seu convívio. Mas aqui se faz uma crítica: isso é um dos sintomas da decadência capitalista. Não custa lembrar que a mensalidade do Mackenzie está entre as mais caras do país, que ali é lugar de gente privilegiada sim. E que é justamente em lugares como Mackenzie, PUC, USP e federais que se encontra a maior quantidade de militantes de extrema-esquerda. Como um abismo chama outro abismo, o ócio acaba chamando a rebeldia injustificada. E são esses rebeldes sem causa que irão empunhar as bandeiras coletivistas.  


Pois é. São pais ausentes ou superprotetores que criam esses monstros morais. O problema é que esses mimadinhos crescem, e o jovem criado a leite com pera toma as ruas queimando lixeiras, pichando muros e as vezes até assassinando cinegrafistas, como aconteceu com Santiago Andrade. Não é só um caso de hipocrisia. Essa gente que tira sua moral do esgoto é que irá para a linha de frente das seitas totalitárias. 
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