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Ilimar Franco: pseudojornalismo a serviço da esquerda



Recebo ontem uma nota do jornalista Ilimar Franco na coluna Panorama Político, de OGlobo. Já tem dois dias, mas não é possível deixar de lado. Fiquem com o texto de Ilimar. Comento na sequência.



POR ILIMAR FRANCOO MBL, organização que participou da mobilização pelo impeachment da ex-presidente Dilma, está vendendo Canecas com uma gravura do juiz Sérgio Moro, responsável pela deflagração da Operação Lava-Jato. 
O produto é exibido ao lado de um Pixuleco, que retrata o ex-presidente Lula vestido de presidiário. O Pixuleco é vendido a R$ 20,00 e a Caneca 'Somos Todos Moro" por R$ 50,00. O preço da caneca está inflacionado. Nos sites de venda, canecas personalizadas são encontradas desde R$ 3,00 até R$ 12,00. A caneca mágica Harry Porter, por exemplo, custa R$ 34,90.  
A propaganda da loja do grupo está logo acima de um post em que o movimento diz que defenderá candidaturas a vereador nas eleições deste ano. O movimento, que apoia mais de uma dezena de candidatos a vereador pelo país, diz que os produtos à venda em sua loja são para sustentar a continuidade da luta política contra o PT. 

Surpreendente não?

Segundo o excelente jornalista, o MBL vende canecas inflacionadas. E compara com a tal caneca mágica do Harry Potter. Escandalizado, ele deixa claro que se trata de uma imoralidade. Ao menos de acordo com a lógica dele.

De imediato, fica claro que o senhor Ilimar tem algum tipo de problema. Qualquer um que não considere o fato de que em países livres os empreendedores podem vender produtos pelo preço que bem entenderem, que quem dá legitimidade para o preço é o consumidor, merece ser chamado de quadrúpede. Ou de socialista. O senhor Ilimar acredita no crime da empreendedorismo e na imoralidade do livre mercado. Ao menos é o que sugere suas linhas pobres.

Como é de prática neste blog, não acreditamos na ignorância completa. Não quando se trata de formadores de opinião. Não por acaso, o mesmo Ilimar escreveu um texto ainda mais asqueroso que este em 2015. Misturando intervencionistas e movimentos pró-impeachment de maneira criminosa, o suposto jornalista acusa os manifestantes anti-Dilma de nazismo, xenofobia e racismo. Vamos relembrar.
O Movimento Brasil Livre, o Revoltados Online e o S.O.S. Forças Armadas, vinculados ao que se define como direita, foram a vanguarda e usaram as redes sociais para chamar o protesto de 15 de março. Pregam contra o comunismo, pelo combate à corrupção e contra a interferência do Estado na economia. O Revoltados elegeu Jair Bolsonaro como maior porta-voz de suas ideias. O S.O.S. prega a intervenção militar. Todas essas organizações vão às ruas atacando as cotas, os nordestinos, os sem-teto e alguns usam símbolos como a suástica nazista. A corrupção (nos governos do PT) e o descrédito do Congresso e dos partidos (pesquisa MDA) criam a química perfeita para o ressurgimento dessa força.

Isso não é jornalismo. É crime.  

Na época, o publicitário e jornalista Alexandre Borges comentou alguns fatos sobre o farsante Ilimar. É um dos textões mais essenciais já escritos no Facebook.



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Pronto. Não restam dúvidas sobre o caráter do embusteiro. Por meio de algumas notas pretensamente informativas, o cunhado de Tereza Cruvinel espalha mentiras e faz ilações friamente calculadas. É um caso curioso, pois na ocasião houve grande repercussão negativa contra a nota. Ilimar é o criminoso que volta ao local do crime para ver se ainda encontra algo. Merece um processo. Não só ele, o jornal O Globo também deve ser enquadrado. Afinal de contas, se um editor mantém em seu veículo um arremedo de ser humano como o petista Ilimar há tanto tempo, significa que há cumplicidade do veículo com o chorume espalhado pelo falso jornalista. E que o MBL pare de ganhar dinheiro apenas com canecas e bonecos. É hora de ganhar alguns trocados processando jornalistas mentirosos.

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