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O petismo no banco dos réus




Mais cedo, o juiz Sérgio Moro aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, que considera Lula o “grande general” do esquema criminoso de poder operado pelo Partido dos Trabalhadores na Petrobras.

O homem que quis ser Rei do Brasil se tornou réu, acusado de chefiar o maior esquema de corrupção já descoberto no Ocidente. Não deixa de ser irônico: o que levou Lula a descer tão fundo foi sua desmedida ambição. Felizmente para nós, ele sepultou consigo a esquerda. Mais cedo todos lemos a senadora Marta Suplicy mentindo em entrevista que “nunca se posicionou como esquerda”. Agradeçam ao Lula, que tornou o esquerdista em algo análogo ao leproso.

Quem desqualifica o trabalho da justiça, seja apelando a religiosidade dos procuradores ou ao amadorismo da apresentação do power point, quem se utiliza de firulas jurídicas e apela a superioridade moral dos que querem mudar o mundo, no fundo não passam disso: de leprosos políticos.

Não é só Lula que está no banco dos réus: quem também estará em julgamento é o totalitarismo, o crime, a truculência, a sociopatia, o ódio, a arrogância e o fundamentalismo. Todos os valores cultuados pelo petismo, esta seita mafiosa com pretensões totalitárias que usou a via do fisiologismo e do compadrio para engendrar um complexo meio de solapar a democracia. Só foram descobertos devido a uma combinação de fatores – fatores complexos demais para serem tratados em poucas linhas. Não é só Moro quem irá julgar: a história já julgou Lula, e o condenou a lata de lixo da história.  Mais um motivo pela qual certos militantes temem tanto escolas sem partido e universidades livres. Eles querem maquiar a história para preservar o sumo sacerdote vermelho.

No entanto, cabe ceticismo: mesmo atrás das grades, Lula continuará a representar uma ameaça ao Brasil e a democracia. Lula não é diferente do psicopata Charles Mason, e infelizmente o PT consegue ser ainda pior que a seita da Família Mason. A resistência ao plano criminoso de poder deverá ser continua, já que os fanáticos se voltarão contra o Brasil e contra os defensores da Justiça.


O fundamental deste acontecimento é a certeza de que o Brasil pode vislumbrar um futuro de liberdade, fundamentado nas instituições que garantem o funcionamento da democracia. Mas isso não virá como passe de mágica: o que irá garantir a concretização de um país justo e livre é o exercício da democracia. É combater novos messias que virão após Lula, com novos golpes e velhas intenções. Lula chegou onde chegou por meio de uma retórica malandra e de adversários condescendentes. Não custa lembrar que Thomas Jefferson nos avisou: o preço da liberdade é a eterna vigilância. 
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