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Candidata do PSOL, Isa Penna confessa o que já sabíamos: "Viva o ódio enquanto sentimento revolucionário"


Jarid Alves, Revista Fórum


O amigo Felipe Lintz, do movimento universitário Viralivre, esteve em um debate na sexta-feira. Estavam presentes algumas estrelas do Partido Socialismo e Liberdade. Entre elas, a candidata a vereadora Isa Penna e o candidato a vice-prefeito na chapa de Luiza Erundina, o deputado federal Ivan Valente. Em determinado momento, a empolgada Isa resolveu externar aos presentes a essência de seu partido. Veja o vídeo.





Isa falta babar de ódio. De longe se vê que ela não mente. De longe se percebe que o sentimento descrito é verdadeiro. É provável que esta declaração é uma das poucas verdades que Isa já disse em toda sua porca vida. A candidata pelo PSOL praticou um sincericídio, o que confirma tudo o que já foi dito sobre o partido: o PSOL não passa de uma célula totalitária defendendo uma ideologia assassina.

A fala de Isa não é diferente das falas de Adolf Hitler, ou de Benito Mussolini. A moça de fala lenta e expressão doente é uma aspirante a genocida, acalentando o dia em que repetirá os feitos de seus heróis (os que não morreram de overdose), que é fuzilar adversários políticos e eliminar o contraditório – seja pela bala, seja pelo medo. Pelo demonstrado no vídeo, Isa e o PSOL defendem um projeto muito singular: não querem apenas eliminar o adversário, mas também a lembrança de que um dia existiram. Palavras dela, que sonha com um mundo onde "pessoas e movimentos como estes não existam". Esse mundo já existe. É a Coreia do Norte. 

A mocinha expressa a deformidade moral de um partido que nasceu das entranhas do petismo, carregando o que há de pior no Partido dos Trabalhadores em uma versão para DCE. Todas as bandeiras do partido – maconha, casamento gay, sustentabilidade, são todas fachadas para camuflar a plataforma do partido, que é a institucionalização do caos, do medo e da barbárie. A naturalidade de Ivan Valente com as falas de sua camarada provam as certezas que já temos: são todos psicopatas. São abutres, sempre ávidos por cadáveres. E são estelionatários. Dizem aos quatro cantos que defendem a democracia, mas ficam sexualmente excitados com a possibilidade de trucidar os que pensam diferente.

Ninguém tem o direito de se enganar com o PSOL de Isa Penna. Se é verdade que a maioria ali não passa de filhos entediados da classe média alta, também é verdade que essas ideias torpes são justamente as mesmas de carniceiros como Kim Jong Sun, Enver Hodxha e Nicolae Ceaucescu. Gente como Isa Penna e Ivan Valente não devem ter lugar na vida pública, já que são ameaças reais a democracia. Alguém que incita a violência e faz apologia ao totalitarismo não poderia sequer ser candidato. A seita do PSOL é de fato, uma ameaça em potencial.

Tempos atrás, o comunista Mauro Iasi disse que “um bom conservador merece um bom paredão, uma boa bala e uma boa cova”. Repetiu Brecht, é verdade. Mas o fato de não ser o autor da frase não diminui em nada sua infâmia. Do contrário, seria aceitável citar Hitler por aí sem sofrer sanções. O caso é que o PSOL é um projeto de marketing muito bem sucedido. É o fascismo vendido com a embalagem correta para os jovens criados a leite com pera e entediados com a vida boa proporcionada por pais burgueses. É da infância mimada que surge o autoritarismo e a sociopatia. Sim, são fascistas. Mas pedem mais amor. Em fevereiro comentei sobre a seita do PSOL, quando ainda estavam envolvidos de abafar a gravidade da cusparada de Jean Wyllys em Jair Bolsonaro com as mais diversas alegações. O artigo está em nossa antiga página no WordPress, e você pode ler na íntegra aqui. Por acaso, o título fala dos "fascistas que pedem mais amor".

Convenhamos: é muito fácil para eles. São exímios mestres nas arte da manipulação, da farsa e do estelionato. Para os lacaios, basta apenas repetir certos mantras e frases de efeito. É assim que seguem sepultando a decência, desqualificando a verdade e combatendo a democracia. Transformam o crime em luta política, assassinatos em justiçamentos, liberdade de expressão em crime e a vítima em réu. É assim que conseguem impor suas verdades particulares, fabricadas a partir da ética que retiram do esgoto. Em sua marcha da insensatez, criaram a ética paralela, segundo o qual só merece tolerância, amor, respeito, dignidade e empatia quem concorda integralmente com sua ideologia assassina. E todo esse rodeio é para afirmar que para eles os outros não importam. Já dizia Nelson Rodrigues: amar a humanidade é fácil, o difícil é amar o próximo.

Esse é o PSOL, filho bastardo do petismo com a militância universitária de esquerda. Por ser mais jovem, é ainda mais impetuoso e violento que seus progenitores. E deve ser contido. Isa Penna deve ser denunciada em todos os canais possíveis. Aqui não cabe dizer apenas que “apesar de tudo, defendemos o direito de Isa dizer o que quer”.  Nós que prezamos pela democracia, devemos ter a capacidade de distinguir a divergência da barbárie. No Modo Espartano, Roger Roberto escreve o seguinte:

Quando aceitamos ideias criminosas numa boa, sem fazer qualquer tipo de crítica ou retaliação moral, estamos agindo como meros reféns, é como se fôssemos escravos da própria covardia. Não há beleza alguma nisso. Ademais, não tem como dar certo, já que nossos adversários jamais dariam a nós as mesmas oportunidades que damos a eles. Basta ver como somos tratados e perceber que tolerá-los é um erro crasso. Fato é que nem toda opinião pode ou deve ser respeitada. Algumas, pelo contrário, precisam ser execradas, escrachadas e até mesmo atacadas com vigor e veemência, sem nenhum respeito pela ideia ou por seu interlocutor. Não há inteligência alguma em ser subserviente com quem defende ideologias criminosas.

Isso é o essencial para entender a situação com Isa Penna e os militantes do PSOL. Qualquer um que defenda a moça, que não se indigne com esse discurso ou que simplesmente ignore a fala criminosa, este deve ser tratado de imediato como um inimigo da democracia e cúmplice da infâmia.




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