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A cruzada de um candidato do PSOL contra a Liberdade




No dia de ontem, um candidato a vereador pelo PSOL em São Paulo obteve uma grande vitória na Justiça: conseguiu que o MBL fosse impedido de mencionar a candidatura de lideranças e simpatizantes do movimento em sua página na internet.

Não seria razoável citar o nome do infame paulista que quis calar o MBL, mas é bom que o leitor saiba o nome do sujeito. É Bruno Maia, mais conhecido como Todd Tomorrow. Um sujeito irrelevante até dentro das esquerdas. Se fez notável ao protestar contra Marco Feliciano em 2013, e desde então só emerge de tempos em tempos para se promover em cima de alguém que considere maior. Foi o que ele fez com Fernando Holiday.

O candidato não deveria gastar tanto tempo e energia se preocupando com o eleitorado da direita. Quem vota em Holiday são os defensores da democracia, da ética e do estado de direito. Todd faz parte da bancada amiga de ditadores carniceiros, de black blocs assassinos e dos fascistas que pedem mais amor. A razão pela qual o sujeito trabalha juridicamente contra outros candidatos é clara: ele quer chamar a atenção dos seus. Quando se é medíocre mesmo no esgoto, a saída é lançar mão de chicanas. O tal Todd sabe que seus colegas preferem candidatos mais badalados, como Eduardo Suplicy, Paulo Fiorilo e Jamil Murad.

As ações desse sujeito mostram também um traço de psicopatia típico do PSOL. Em sua página no Facebook, ele lança vários impropérios contra o MBL e contra Fernando Holiday, pessoas que até então nem sabiam de sua existência. E o grande motivo é que o MBL esteve ao lado de outros movimentos no processo que culminou com a queda de Dilma Rousseff. Isso dói. Para o PSOL, não há nada pior do que mexer com o PT.

O PSOL de Todd Tomorrow é aquele partido que roubava dinheiro dos trabalhadores do SINDSPREV-RJ para bancar as campanhas de parlamentares, incluindo Chico Alencar e Jean Wyllys. Quem diz isso é a deputada estadual Janira Rocha, que disse em gravações que o jogo é assim. Um dos supostos beneficiados no esquema prestou solidariedade a Todd.



As contradições do militante são muitas. Além de se beneficiar do pistolão de um padrinho tão asqueroso quanto Jean Wyllys, ele ainda é tenta torpedear a candidatura de Holiday sendo que ele próprio aparece em um site chamado Bancada Ativista como candidato. E o site não é dele. Mais contraditório que isso é só o ímpeto do candidato contra Holiday, conforme se observa em sua página no Facebook. Como lembrou a professora Janaina Paschoal mais cedo, a esquerda é assim: só gosta de minorias quando são subservientes. Se Holiday fosse de esquerda, poderia até ser ladrão. Como é de direita, não merece nem o respeito.

São assim os totalitários, os amigos de assassinos, os que odeiam a democracia. É o PSOL de Bruno que se levanta contra a legalidade, que se solidariza com Nícolas Maduro, que acha um absurdo que um povo se levante contra um governo corrupto. É natural que se comportem assim. O PSOL é filho bastardo do petismo com a imbecilidade da militância universitária. O PSOL não passa de fachada para ser petista sem ser julgado como tal. Nada confere mais liberdade ao petista do que não dizer seu nome. Vem daí o ódio de Bruno/Todd ao MBL.

E é bom lembrar: o ódio é muito importante nesse movimento. Bruno sonha com um mundo em que gente como Fernando Holiday não exista. Ele e seus camaradas do PSOL sonham com um mundo onde gente que pensa diferente não exista, onde movimentos como o MBL não existam. Ele persiste em um sonho já sonhado por revolucionários como Hitler, Enver Hoxha, Mao, Kim Il Sung e Pol Pot. Calma, não é o Eric Balbinus que está dizendo isso. Quem confessou esse desejo de institucionalização do genocídio foi a militante e candidata a vereadora em São Paulo Isa Penna. Isa é colega de partido de Todd Tomorrow, que concorda com ela em gênero, número e grau. E é por sonhar este sonho que ele pratica essas investidas totalitárias. Essa é a luta do PSOL, uma cruzada contra a democracia e liberdade. 




Fica claro a diferença entre quem está na luta democrática e quem defende o totalitarismo. Todd Tomorrow, Isa Penna e a escória do PSOL defendem o socialismo e combatem quem defende a Justiça. Atacam os que se levantam contra corruptos, quem repudia os bolivarianos. A extrema-esquerda faz questão de mostrar o quanto pensa diferente de Martim Luther King Jr. Enquanto o pastor negro e republicano sonhava com “um mundo onde todos pudessem existir e conviver”, o partido de Todd Tomorrow sonha com um mundo onde o contraditório não exista, onde a divergência democrática seja eliminada. Como não podem nos eliminar na bala, fazem uso desses truques. Nós, que não abraçamos ditadores e nem lutamos por criminosos, sonhamos com um mundo onde gente como Todd Tomorrow esteja o mais longe possível da vida pública.





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